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O Simbolismo Maçônico – Última Parte

A Loja, imagem do mundo

Falaremos agora do simbolismo da Loja maçônica, e o primeiro que chama nossa atenção é a própria palavra Loja, virtualmente idêntica a Logos, que significa justamente a Palavra ou o Verbo com que o Grande Arquiteto cria o mundo ou cosmo. Igualmente, Loja maçônica, se não etimologicamente sim ao menos em seu sentido simbólico, é idêntica à palavra sânscrita loka, que quer dizer “mundo”, “lugar”, e por extensão “cosmos”. Por outro lado, também se dá uma identidade entre Loja, Logos e o grego lyke, que significa “luz”. Deste modo a loggia é um termo técnico de origem italiana utilizada em arquitetura para designar uma galeria coberta e aberta, composta por arcos apoiados sobre colunas e situados geralmente nas partes elevadas dos edifícios, como é o caso por exemplo dos “paraísos” dos teatros.

Aqui temos, resumido, o que distingue acima de tudo a Loja maçônica, que como dizem os antigos rituais “é um lugar muito iluminado e muito regular”, tal qual é o cosmos saído do Logos criador ou Espírito da Construção Universal. A luz é pois sinônimo de…

Clique no link abaixo e digite a P∴S∴ de Apr∴ (primeira letra maiúscula) para ter acesso ao texto completo:

https://opontodentrocirculo.com/2015/10/22/o-simbolismo-maconico-ultima-parte/

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Revista Libertas Nº 17 – edição outubro/janeiro

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Caríssimos,

Já está disponível no blog O Ponto Dentro do Círculo a edição nº 17 da revista Libertas, uma publicação da Academia Mineira Maçônica de Letras.

Clique no link abaixo e boa leitura!

https://opontodentrocirculo.com/revista-libertas/

Fraternalmente,

Luiz Marcelo Viegas

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Decoração e simbologia egípcia nos templos maçônicos

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Não resta dúvida que o costume de utilizar desmedidamente agregados simbólicos penitentes à cultura egípcia se tem feito presente na decoração de muitos templos maçônicos pelo mundo. Todavia isso se dá mais por efeito decorativo do que iniciático, pois a história autêntica já comprovou inúmeras vezes a inexistência na Ordem Maçônica nos tempos do Antigo Egito.

É bem verdade que houve inclusive personagens embusteiros que criaram ritos maçônicos exaltando uma suposta maçonaria egípcia (Memphis-Misraim), mas que mais tarde foram desmascarados por fraude – dentre outros a respeito, vide apontamentos sobre in Dictionnaire des Franc-Maçons et de la Franc-Maçonerrie, Alec Mellor, Belfond, Paris, 1971-1979.

Sob o aspecto da Maçonaria documental (autêntica), a Sublime Ordem comprovadamente possui aproximados 800 anos de história[1], sendo os seus ancestrais as guildas de construtores da Idade Média. Assim, a Instituição Maçônica não nasceu e nunca existiu nos tempos do Egito Antigo, portanto é preciso antes compreender que para construção do seu arcabouço doutrinário especulativo muitas lendas passariam a fazer parte nesse contexto. Contudo, reafirma-se que são lendas introduzidas com o desiderato de, como alegorias, aplicar lições de moral, ética e sociabilidade e não como elementos comprobatórios relacionados à existência verdadeira de fatos e acontecimentos ao ponto de aparecerem decorando paredes de templos maçônicos.

Assim compreendido, cita-se por exemplo a Lenda do 3º Grau como parte desse arcabouço lendário que fora retirado dos cultos solares da Antiguidade, cujo qual, por esse viés, possui palpável consonância com a lenda de Osíris, Ísis e Hórus, entretanto esse não é um fato histórico, mas lendário, assim não autoriza qualquer afirmativa no sentido de que lendas da antiguidade usadas pela Maçonaria sirvam para comprovar sua existência naqueles idos tempos – muito menos arrumar justificativas se construir templos maçônicos copiando arquitetura egípcia.

Lendas são lendas e não afiançam autenticidade aos fatos que constituem o mosaico da História. Infelizmente essa não é uma lição que tenha sido aprendida por muitos imaginosos autores que, em detrimento de citações lendárias associadas ao ufanismo maçônico, semeiam suposições que não têm qualquer compromisso com a verdade. James Anderson, por exemplo, carregou algumas páginas da Constituição de 1723 com essas elucubrações, geralmente retiradas do Old Charges que traziam forte apelo religioso, especialmente pela forte influência da Igreja sobre as corporações de ofício da Idade Média. Sob o aspecto prático, é compreensível que Anderson tenha inserido essas exposições lendárias já que a “nova ordem”, amparada pela Royal Society e que compunha a Moderna Maçonaria, surgida em 1717 em Londres, carecia de agregar novos adeptos e com isso chamar atenção com fatos tidos como “misteriosos segredos guardados pela Maçonaria”. Isso sem dúvida ajudou a Premier Grand Lodge reforçar suas Colunas, principalmente com membros atraídos pela curiosidade despertada, sobretudo quando publicados nos diários londrinos da época. Lawrence Dermott, por exemplo, para atrair adeptos para a sua Grande Loja, a dos Antigos (1751), criou o Real Arco afirmando que nele havia o encerramento e a explicação da Lenda do 3º Grau. Artifício inteligente que até hoje faz com que adeptos da Ordem acreditem na existência de um 4º grau maçônico advindo dos tempos imemoriais, fato que também não se sustenta, pois comprovadamente a Maçonaria de antanho trabalhava com apenas duas classes de trabalhadores, vindo a surgir o 3º Grau especulativo somente na Moderna Maçonaria surgida no final do primeiro quartel do século XVIII.

Outro aspecto nesse mesmo sentido (o da não existência de Maçonaria na antiguidade) é o que envolve a própria “arte de construir”.

Nesse sentido, não há como negar que a profissão de construtor é um ofício milenar, entretanto não como uma organização feito à Maçonaria.

A arte de construir, surgida principalmente pela necessidade de se proteger, fez com que o homem, ao deixar a vida sedentária das cavernas para viver em sociedade estratificada, começasse a edificar choupanas, vivendas e casebres para se abrigar das intempéries e se proteger dos perigos e agruras comuns ao ambiente que o envolvia.

Com isso davam-se os primeiros passos na arte e no ofício das construções, sendo, portanto, perfeitamente viável se afirmar que essa profissão é oriunda dos tempos imemoriais, entretanto isso não significa dizer que existiam guildas de construtores maçons naquela época, pois documentalmente se sabe que a Franco-Maçonaria somente viria florescer, sob a proteção da Igreja-Estado, no século XIII.

Como sociedade organizada de artesãos construtores, a Franco-Maçonaria, seguindo o curso da história e atendendo à necessidade surgida pela expansão dos domínios da Igreja, nascera em substituição, primeiro às Associações Monásticas e depois às Confrarias Leigas.

Longe e anterior a tudo isso está a civilização do Antigo Egito ocorrida no Antigo Oriente próximo ao norte da África há 3.100 a. C. Seu aparecimento no ideário maçônico, além daqueles motivados por lendas solares, provavelmente se reforçou por teorias de incautos e ufanistas que, usando da lei do menor esforço, não tardariam a imaginar as pirâmides sendo construídas por maçons, o que cientificamente é muito pouco provável, simplesmente porque não existe nenhuma prova ou indício que aponte para a existência da Maçonaria naquele período.

Saindo do Antigo Egito, mas seguindo esse mesmo viés, vem a construção do primeiro templo hebraico, o de Jerusalém, muito conhecido em Maçonaria como Templo de Salomão (o rei que reinou em Israel de 1010 a 970 a.C.).

Por ser a maior alegoria maçônica e ligado à lenda hirâmica, a construção desse Templo também não tardaria a despertar no fértil imaginário que foram os maçons os seus construtores, tudo obviamente em detrimento à Lenda do Terceiro Grau onde os personagens do Rei Salomão, Hiram – Rei de Tiro e Hiram Abif (Hiram meu Pai), de modo fictício, são descritos mitologicamente como maçons no sentido de estruturar a lenda introduzida em 1725 pelo aparecimento do grau de Mestre Maçom na Moderna Maçonaria.

Na realidade, a Lenda do Terceiro Grau é a adaptação de uma lenda Noaquita que envolve os personagens bíblicos de Noé e seus três filhos, Sem, Can e Jafé. Sem dúvida essa lenda, tal como a de Osíris, Ísis e Hórus, se estrutura nos cultos solares da Antiguidade, cujos quais serviram de base para a maioria das religiões que conhecemos.

Retomando a Lenda Hirâmica, ela, como qualquer outra lenda, não tem qualquer compromisso com a realidade histórica, portanto ela não afirma, mas apenas menciona figuradamente a Maçonaria na época da construção do primeiro templo hebraico – o de Jerusalém.

Infelizmente isso ainda não tem sido bem compreendido e faz com que muitos maçons não separem lenda – que é uma narrativa escrita ou oral no qual fatos históricos são deformados pela imaginação – de realidade histórica. Com isso, acabam muitos, até de modo infantil, disseminando inverdades tal como a de “achar”, por exemplo, que os templos maçônicos são edificados como cópias fiéis do lendário templo bíblico.

Embora alguns ritos maçônicos, por questões doutrinárias decorem seus templos estilizando mobiliários e partes do espaço de trabalho, relativizando-os às descrições imaginadas do lendário templo hebraico, por certo isso só pode ser tratado como característica de uma alegoria maçônica construída sob elementos figurados. Entenda-se que a sala da Loja, como uma oficina simbólica de trabalho, longe está de ser um modelo (arquétipo) do Templo de Jerusalém.

Não é cabível, portanto, que ainda existam maçons que não saibam discernir narrativas lendárias de fatos reais e continuem imaginando que foram os maçons os construtores do Templo de Jerusalém, ou mesmo os que construíram as Pirâmides do Egito.

Sem conclusões apressadas é mister mencionar que o primeiro templo maçônico somente viria surgir nos meados do século XVIII na Inglaterra após o advento do aparecimento da Moderna Maçonaria. Assim, sua disposição mobiliária copia a do Parlamento Britânico, principalmente no que diz respeito à acomodação do plenário e da great chair. No mais, por influência da Igreja sobre os ancestrais da Moderna Maçonaria, os templos maçônicos seguem o mesmo modelo de orientação das Igrejas, destacando que, por sua vez, essas últimas foram inspiradas no Tabernáculo hebraico, antepassado do Templo de Jerusalém.

Dado ao exposto, a Maçonaria deve ter seus templos decorados conforme o previsto no rito que a Loja pratica, não obstante existirem às vezes, em total desrespeito para com a originalidade e liturgia, muitos elementos decorativos que apenas possuem o desiderato de satisfazer o gosto e a imaginação de alguns.

Certo é que como exemplificado anteriormente, elementos decorativos tais como painéis pertinentes ao Antigo Egito, ou outros do gênero, não fazem nenhum sentido para o REAA, dentre outros, embora, como dito, eles equivocadamente muitas vezes apareçam no interior de alguns templos maçônicos.

Eu diria que essa decoração é mais apropriada para a AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz) do que para a Maçonaria. Como elementos associativos eles até podem aparecer no contexto das lendas, mas muito longe de se materializarem como símbolos aplicados pela doutrina maçônica.

É daí meu Irmão talvez o seu insucesso na procura de explicações sobre a simbologia egípcia na decoração dos templos maçônicos.

Em termos de decoração egípcia nos templos simbólicos do REAA, por exemplo, podem existir elementos pontuais, como é o caso, por exemplo, da decoração original das Colunas B e J. Essas, de estilo babilônico, comumente aparecerem decoradas com folhas de lótus (universalidade) e de papiros (eterna busca pelo transcendental). Explicam-se as suas presenças porque as Colunas Gêmeas são pilares solsticiais, portanto se relacionam diretamente com os cultos solares da Antiguidade. Assim, as folhas de lótus e papiros (símbolos egípcios), de modo pontual, remontam ao significado de uma alegoria reservada aos iniciados, porém nunca para mencionar a existência da Maçonaria nos tempos do Antigo Egito.

Cada símbolo traz consigo a sua originalidade, a despeito de que em Maçonaria ele geralmente aparece para chamar atenção do iniciado para uma verdade inserida numa mensagem oculta (esotérica).

Desse modo, outros elementos simbólicos pertencente às diversas civilizações também fazem parte de corolário emblemático maçônico, contudo eles não possuem o desiderato de explicar a presença da Ordem em períodos da História.

Concluindo, a simbologia maçônica é ampla e abrange inúmeros aspectos culturais e sociológicos que foram retirados do misticismo de muitas civilizações. A Ordem Maçônica, eclética por natureza, para montar seu arcabouço doutrinário se utilizou desse artifício. Cabe assim ao maçom entender que a simples presença de símbolos de antigas civilizações no corolário simbólico adotado pela Maçonaria não representa que Ordem possui caráter de existência milenar. Reitero, documentalmente a Maçonaria possui aproximados 800 anos de história, o resto… Bem, o resto é lenda.

Autor: Pedro Juk

Fonte: Blog do Pedro Juk

Nota do Blog

[1] – O autor se refere à Maçonaria Operativa. A Maçonaria Moderna tem pouco mais de 300 anos, tendo como marco a criação da Grande Loja de Londres e Westminster em 1717.

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O Simbolismo Maçônico – Parte II

O Ponto Dentro do Círculo

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O Símbolo e o Rito

Vamos ver, pois, alguns desses símbolos que constituem, junto aos ritos, o patrimônio vivo e o verdadeiro tesouro da Tradição Maçônica. Em altares de uma maior claridade, podemos classificá-los da seguinte maneira: em símbolos geométricos e visuais; em símbolos sonoros e vocais; e por último em símbolos em movimento, que não são outros que os ritos.

Sobre a importância dos símbolos geométricos e visuais na Maçonaria basta recordar que antigamente se identificava esta com a própria Geometria, o que é perfeitamente lógico pois esta última encontra sua aplicação natural na arquitetura. Efetivamente, a palavra geometria deriva de Geo (terra) e metron (medida), quer dizer “medida da terra”, o que certamente tem muito que ver com o ofício de construtor assim que este delimita um espaço com o fim de realizar sua obra.

Por outro lado, o simbolismo geométrico é, assim como o numérico, uma das…

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O Simbolismo Maçônico – Parte I

O Ponto Dentro do Círculo

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A Maçonaria é uma instituição iniciática e esotérica que revela seu ensino através de determinados códigos baseados fundamentalmente no simbolismo construtivo. Isto é devido a Maçonaria atual ser em grande parte herdeira dos antigos grêmios de construtores, e embora hoje em dia os maçons já não construam edifícios, entretanto esse simbolismo segue estando vigente, entre outras razões porque é consubstancial à Ordem Maçônica e constitui seus gestos de identidade e sua razão mesma de ser, como veremos a seguir.

Acima de tudo os símbolos maçônicos se referem a um conjunto de ideias relacionadas diretamente com o conhecimento da Cosmogonia, e portanto do homem, pois este é um cosmos em miniatura, um microcosmos, por dizê-lo em linguagem hermética. Precisamente os antigos construtores consideravam o Cosmos como seu modelo simbólico por excelência, e para levantar seus edifícios imitavam as estruturas desse modelo, reveladas sobretudo através das formas geométricas, entre as que destacam o…

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Não precisa ser assim!

O Ponto Dentro do Círculo

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“… A Maçonaria no século XVIII foi um movimento radical, muitas vezes contra abusos de poder por parte do Establishment. Seu desenvolvimento e crescimento foram uma parte vital da Era do Iluminismo.”

Tente isto e veja como se encaixa. Os maçons pertencem a uma organização que deve ser dedicada ao autoconhecimento, à natureza do ser, amor, tolerância, à fraternidade entre os homens, à liberdade de consciência e, sim, talvez à uma conexão com a Divindade no meio. Mas nós ficamos atolados em sistemas que parecem uma hierarquia, obsessão com promoção a graus superiores, discussões sobre precedência, noções confusas sobre Deus, os méritos relativos deste ou daquele local para o jantar e um papaguear sem sentido sobre o que é, em si mesmo, um ritual significativo. Talvez, o pior de tudo é nós nos acharmos uma organização caritativa, quando o que nós somos é, primariamente, uma organização com todos os atributos que…

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O Homem Lúcido

O Ponto Dentro do Círculo

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Estimado Irmão,

A Maçonaria não se mistura a dogmas de qualquer natureza e nem a situações que possam levar o homem e a sociedade à estagnação. Seus valores são altruístas, sempre objetivando a evolução moral, social e espiritual, não somente de seu obreiro, mas de toda a coletividade que o cerca. Nesse sentido ela se alicerça em princípios e fundamentos que exaltam o amor, a fraternidade, a sinceridade, o respeito ao próximo, a sensatez da palavra e, sobretudo, a verdade.

Contudo, nós Maçons somos parte de uma humanidade que ainda engatinha sob o ponto de vista do respeito a tudo que a cerca. O ser humano, e muitos de nós Maçons, infelizmente é caprichoso e tende a ver no seu semelhante o mal que não consegue enxergar em si mesmo. Por isso julga e transporta para o outro tudo que é próprio de sua forma de ser e agir, ou…

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Caminhos da Liberdade

O Ponto Dentro do Círculo

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A Maçonaria nos tem ensinado que a liberdade é a melhor forma de se estar em paz com a consciência. Não importa o “status” social da pessoa, ou sua condição financeira, ou ainda, a sua ideologia político/partidária. Ensina-nos que a “liberdade” gera o equilíbrio emocional e a mais completa paz de espírito, que permite serem coordenados nossos atos e ações, isentos de sectarismo, de vício e de paixões.

Porém, alerta-nos as grandes dificuldades em sermos livres. Infunde, em nós, a necessidade de um constante policiamento, uma pertinaz perseverança, uma luta permanente contra tudo aquilo que possa nos tornar escravos de algum poder, de alguma ideologia, de qualquer princípio que não seja compatível com a nossa própria vontade. Mostra-nos um caminho reto, sem obstáculos; livre de preconceitos, para que possamos viver em harmonia.

Vê-se, desta forma, o quão difícil é ser livre. Quantos envolvimentos terão de ser descartados para que se possa…

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¿Existe la filosofía masónica?

O Ponto Dentro do Círculo

En general, se entiende como filosofía a la búsqueda intelectual o intelectiva del conocimiento por sí mismo, a través del desarrollo de una concepción personal, que considera una forma de interpretación de la realidad, de la vida, y de los fenómenos cognoscibles por el hombre.

En su sentido vulgar se ha llegado a usar el concepto de filosofía también para referirse a las actitudes y valores básicos, que las personas pueden tener frente a lo cotidiano. El autor del trabajo, en tanto, sugiere en su desarrollo, que el hecho de plantear que no se tiene una filosofía constituye en sí misma una posición filosófica.

Lo señalado demuestra que hay un amplio espacio para definir, comprender y concebir los ámbitos de la filosofía, sus alcances y contenidos.

En Masonería hay diferentes interpretaciones sobre lo que es la filosofía, quizás tantas como miembros de las logias repartidas por la territorialidad y el poder…

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