Episódio 19 – Não precisa ser assim!

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Episódio 18 – Mas como, irmão Chanceler?

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Os mistérios e o simbolismo dos números

Your Quantum-Safe Migration Journey Begins with a Single Step

“Tudo está disposto de acordo com os números.” – ” O número é a lei do Universo.” (Pitágoras)

“O Universo parece ter sido projetado por um matemático”. (James Jeans)

Introdução

A Numerologia, considerada por alguns como ciência e por outros como pseudociência, é o estudo do significado dos números e sua influência no caráter e no destino das pessoas.

Mas para a Maçonaria, ela tem um outro significado. Para nós, ela está ligada a uma das sete artes liberais, a GEOMETRIA. Como uma das sete artes, a Geometria, integrando o quadrivium, visa estudar as possibilidades de medir um espaço, sendo que em nossa Ordem, a Geometria, faz uso de seus conceitos  nas edificações que erigimos, bem como vemos no interior de nosso Templo, como os diversos  símbolos que se relacionam com ela, como esquadro, compasso, triângulo, retas, círculos etc. e instrumentos necessários para a construção de nossa obra e de nosso Templo espiritual.

A Numerologia pode ser encontrada em diversos livros sagrados, como a  Bíblia, Alcorão e no  Livros Egípcios dos Mortos, sendo  uma ciência antiga, desconhecendo-se suas origens, mas já se sabe que era praticada na Caldeia, na Índia, China, pelos Druidas e pelos Cabalistas.

Porém a numerologia ou escola de Números mais utilizada é a de Pitágoras.

Nascido na Grécia em 570 a.C., o filosofo e matemático Pitágoras (do grego Πυθαγόρας) foi quem nos legou o significado vibracional e metafísico dos números,  Os números estão presentes em tudo e podem influenciar nossas vidas, nossas atitudes e até decisões.

Pitágoras, é considerado o pai da Matemática e da numerologia moderna, tendo fundado uma escola esotérica em Crotona, por volta do ano 600 a.C. tendo sido um dos mais iluminados filósofos e matemáticos da Humanidade. Ele tinha uma maneira diferente de interpretar os números. Analisava-os através de suas qualidades e não somente como quantidade. Ele afirmava que os números, com suas vibrações energéticas, explicavam tudo no Universo, inclusive sua Criação. Ele nos deixou o atual sistema de divisão musical e o ciclo evolutivo dos Números de 1 a 9, no qual se baseia toda a experiência humana. 

No entanto, em torno de 3000 AC, os números já tinham um significado para os povos da antiguidade. Os sumérios já possuíam um sofisticado sistema numérico que originou a hora de 60 minutos e o minuto de 60 segundos, mais tarde aperfeiçoado pelos povos que habitaram a Mesopotâmia, como os babilônios e os caldeus. O sistema numeral de Pitágoras surgiu somente por volta de 632 a.C. Outras escolas, no entanto, são conhecidas pelo mundo: na Índia, no Japão e até mesmo na África, além do sistema sagrado hebraico, que se popularizou no Ocidente sob o nome de Cabala.

Os números que escrevemos são denominados arábicos, para distingui-los dos chamados algarismo romanos (I, II, III, IV, V etc.).

Apesar de serem chamados de arábicos, eles tiveram origem na Índia, sendo os árabes que levaram os mesmos para o Ocidente, em substituição aos algarismos romanos (originário da antiga Roma) e que não conheciam o zero.

Todos nós lidamos, todos os dias, com os números. Entretanto, poucos são aqueles que tem a exata noção da importância e do significado dos mesmos. Na verdade, os números têm características e significados que lhes são próprios.  Existe inclusive, uma relação entre as letras do nome de uma pessoa e os  números. Cada letra do alfabeto corresponde a um número e se por acaso o número for maior que 9 deve se reduzir o número a um dígito. Por exemplo, se o número de uma letra do nome da pessoa corresponder a 12 soma-se 1 + 2 e o número será 3. No caso de ocorrer do nome da pessoa, ter letras consideradas com acento, eles não deverão ser considerados, nesse caso o ç irá equivaler a c e o é ao e, e assim por diante.  Esse é O SISTEMA PITAGÓRICO, que se utiliza da transformação das letras de um nome em números, de forma a estabelecer seu correspondente numérico.  Assim, a letra A corresponde ao 1, a letra B ao 2, a letra C ao 3 e assim sucessivamente respeitando-se a regra acima e de acordo com a tabela abaixo:

123456789
ABCDEFGHI
JKLMNOPQR
STUVWXYZ 

Os números tem um significado especial e que influi na vida das pessoas, carregando uma vibração positiva ou negativa, dependendo do nome de batismo. Muitos artistas adotam nomes que não o de nascença, acreditando que eles irão influir em sua vida de forma positiva profissionalmente.

Eles são ordem e limitação, e só eles tornam o universo possível. A natureza move-se e interage-se por números e compreender os números é conquistar a natureza.

Daí porque Pitágoras sempre  procurou compreender a natureza dos números e investigar a sua ação no Universo. A Maçonaria na sua parte esotérica, estuda os números, e é nesse singelo trabalho que vamos  analisar a importância deles na nossa simbologia.

A simbologia dos números

O ZERO (0)

O Zero simbolizando o vazio o nada, o não manifestado, surgiu na Índia, no século IV AC, sendo que os egípcios também utilizavam um intervalo parecido para representar o conceito de zero.

A forma geométrica do círculo (ZERO) é a que mais nos mostra a ideia de infinito, e enquanto que qualquer outro tipo de linha nos mostra sempre um início e um fim, o ZERO (como círculo) é perfeitamente contínuo.

O ZERO simboliza o Espaço, o Absoluto, a não criação, a imanifestação, o princípio oculto de todas as coisas.

Em uma palavra, o ZERO é o símbolo oculto que representa Deus, o GADU, o incriado, a Causa sem Causa, de onde tudo se origina.

Apesar de normalmente associado ao nada, o zero é capaz de aumentar em dez vezes qualquer número, claro, se colocado no lado direito. Essa mesma ambiguidade da matemática acompanha o zero na simbologia, no budismo e no taoísmo, o Zero representa o vazio anterior à própria criação; sendo que no islamismo, ele é a essência da divindade.

O Zero, pode ser considerado também uma das definições da Divindade, a fonte da existência e o Vazio Original no qual essa existência se manifesta. A palavra árabe que corresponde ao zero, significa vazio, valor nulo.

A simbologia é tão enigmática que levou os antigos filósofos gregos a se perguntarem: o nada deve ser considerado algo? Como o nada pode existir em alguma coisa? Eis uma questão a ser respondida pelos nossos filósofos.

O UM (1)

Significa, início, força, liderança, individualidade, independência, O número um existe por si mesmo, todos os outros provem dele. O Um é o início, o princípio, o começo. É a mente Divina, o criador universal, ele representa a primeira fase da evolução. Ele ,  o 1(um) é o comandante supremo e o poderoso Deus incognoscível único é, assim, o número da criação, pois dele saem todos os outros, e, portanto “o Senhor seu Deus é Deus uno”. É o número da liderança e do comando, daí a expressão “Ele é o número um”

A UNIDADE (mônada) é representada graficamente por um ponto como o yod hebraico cursivo no tetragrama IHWH (YODHEH WAWHEH) que literalmente significa: “Eu sou aquele que sou”.

Por fim, vejamos que o que nos diz o Ritual de Aprendiz do REAA:  O número UM, a unidade, é o princípio dos números, mas, a unidade só existe pelos outros números. Todos os sistemas religiosos orientais começaram por um ser “primitivo”. Conquanto esta abstração não tenha, positivamente, uma existência real, tem contudo um lado positivo, que o torna susceptível de uma existência definida: é o que os antigos dominavam de “Pothos”, isto é, o desejo ou a ação de sair do “absoluto”, a fim de entrar no real – considerado por nós concreto. A Unidade só é compreendida por efeito do número DOIS; sem este, ela torna-se idêntica ao Todo, isto é, identifica-se com o próprio número.

Em Hebraico o Um é equivalente a letra Aleph. 

O DOIS (2)

Significa associação, binário, cooperação, equilíbrio, representando assim a oposição que se opõe a ação. É a dualidade. Para Rizzardo da Camino: 

Dualidade caracteriza a função do número dois, significando, de um lado, a duplicidade, e de outro, o antagonismo. A vida é formada de dualismos que representam o equilíbrio. Viver seria monótono se não surgissem momentos alternativos. A lição bíblica de Jó é absorvida pela Maçonaria, pois sendo temente a Deus, sabia, sabia que os momentos de provação cessariam para dar lugar aos de felicidade; o episódio egípcio, de José, um dos doze filhos de Jacó, reflete bem a filosofia do dualismo, com o episódio das “sete vacas gordas e das sete vacas magras”, sonho que vaticinava um período de sete anos de fartura seguidos por sete anos de penúria, sendo que Faraó armazenou o trigo da época de fartura para à de escassez.

Vemos também que o um e o dois se completam surgindo como polos opostos de acordo com a Lei da Polaridade presente em todo o Universo.

“O número dois é um número terrível, um número fatídico, como cita nosso ritual de AM. É o símbolo dos contrários e, portanto, da dúvida, do desequilíbrio e da contradição.

Como prova disso, temos o exemplo concreto de uma das sete ciências ou artes maçônicas – a Aritmética – em que 2 + 2 = 2 X 2. Vemos que até na Matemática o número dois produz confusão, pois, ao vermos o número 4, ficamos na dúvida, se é resultado da combinação de dois números pela soma ou pela multiplicação, o que não se dá, com outro qualquer número. Ele representa o Bem e o Mal; a Verdade e a Falsidade; a Luz e as Trevas; a Inércia e o Movimento, a Ação e a Reação, enfim, todos os princípios antagônicos.

Os Pitagóricos, não consideravam o “um” como número, mas sim o “dois”, sendo considerado o primeiro número par e o mais passivo de todos os números. Pitágoras dizia que ele é o número da Audácia, por ser o primeiro a ter a coragem de separar-se do Divino Um.  Diferentemente dos outros, é um número que, somado ou multiplicado por si mesmo, permanece com o mesmo resultado.

Em Hebraico, o Dois é equivalente a letra Beth.

O TRÊS (3)

Significa, expressão, comunicação, criação, é o número do espírito.

É a soma do Um (a perfeição) e o Dois (a união) daí ser considerado um número perfeito. É o número da sabedoria, do amor perfeito e da força da alma. Tem também o significado de fertilidade, fartura.

No estudo do número TRÊS, o Triângulo é o mais importante símbolo maçônico.   

Tenório d’Albuquerque, na sua obra: “O que é a Maçonaria”, cita Iseckson, Eliphas Levi e Dario Velloso, cujas opiniões se completam e combinam para uma explicação sobre o Triângulo. Na página 165, diz:  “O Triângulo Maçónico é o triângulo dos Pentáculos cabalísticos, o Triângulo de Salomão dos ocultistas, o Infinito da altura ligado às duas pontas do Oriente e do Ocidente, o triângulo indivisível, isto é, o temário do Verbo, ‘origem do dogma da Trindade’ para os magistas e cabalistas. É, afinal, um ‘Supremo mistério’ da Cabala: ‘imagem simbólica do Absoluto’, ‘a um tempo emblema da Força Criadora e da Matéria Cósmica’, o ‘símbolo maçónico do Livre Pensamento’; pela significação literal, é simples delta ou triângulo; pela significação figurada, é o Equilíbrio, a Perfeição; pela significação esotérica, é energia da Cabala, Trindade na Mística e Deus na Teurgia”.

Aliás, não é só a Maçonaria que cultua o simbolismo do Triângulo. Outras religiões e culturas conhecidas também o fazem, principalmente porque é a representação simbólica perfeita dos TRÊS aspectos do GADU,  representado pelos lados do Triângulo equilátero.

Nas religiões cristãs ele representa a Trindade Divina – Pai, Filho e Espírito Santo; nas orientais veem nele os três aspectos do Criador. Em qualquer delas se vê a Unidade do Todo, a Dualidade da Manifestação e a Trindade Perfeita.

TRÊS, é o número da Luz, correspondente a Fogo, Chama e Calor. O Maçom deve ter em si o Fogo do amor para com tudo o que é bom, justo e honesto; Amor, Vontade e Inteligência; constituem o significado dos TRÊS PONTOS que todo Maçom deve ter a honra de apor à sua assinatura, colocando-os de maneira a formarem um triângulo de Perfeição.

O número TRÊS é básico no Grau de Aprendiz Maçom; a sua bateria é composta de 3 golpes; a marcha é feita com 3 passos; a batida na porta é com 3 pancadas; a idade do Aprendiz Maçom é de 3 anos. Tendo sido introduzido na Loja, realiza nela três viagens, e recebe pôr fim a Luz ao terceiro golpe do malhete do Venerável Mestre. São  Três Luzes Menores, Três Joias Fixas e Três Joias Móveis.

Diz o nosso Ritual do Primeiro Grau que: 

“A diferença, o desequilíbrio, o antagonismo que existem no número DOIS, cessam repentinamente, quando se lhe ajunta uma TERCEIRA unidade. A instabilidade da divisão ou da diferença, aniquilada pelo acréscimo de uma TERCEIRA unidade, faz com que simbolicamente, o número TRÊS converta em unidade”.

Na Maçonaria Simbólica o número TRÊS representa o clímax da Perfeição, sendo que o maior grau que se pode galgar na Maçonaria Simbólica é o Grau Três, ou seja o do  Mestre Maçom.

Em Hebraico o Três é equivalente a letra Ghimel.  

O QUATRO (4):

Significa, ação, estabilidade, firmeza, segurança e conservadorismo. Para os Rosa-cruzes é a tétrada, ou tetragrama.

Para Rizzardo da Camino  o Quatro simboliza a Cruz. Como todos os demais Números, o Quatro presta-se ao jogo filosófico das combinações, como por exemplo, a soma da Trindade como a Unidade. Contudo, na Maçonaria, representa o primeiro dos Graus Inefáveis.

Para Joaquim Gervásio de Figueiredo : O Quarternário é designativo da personalidade mortal humana, formada pela união de quatro princípios perecíveis: o corpo físico, o corpo vital, o corpo astral, e o corpo mental concreto.

Enquanto os números UM, DOIS e TRÊS, se relacionam com o espírito, com a Vontade Divina, o QUATRO e a realização no mundo material da Vontade Divina, É o número da Terra propriamente dito. Do quaternário inferior.  O Quatro é a ação, realização, estabilidade, segurança, conservação, firmeza, justiça. Representa no mundo material os quatro elementos da matéria, ar, fogo, terra e água.

DESIGN INTELIGENTE

O DNA é formado por um conjunto de informações genéticas que definem as características dos seres vivos. É o mais avançado código que se tem notícias, nele está contido uma sequência numérica, ao identificar as cargas dos elementos químicos do DNA pesquisadores encontraram o seguinte padrão numérico:  10 | 5 | 6 | 5

1°Yod: Princípio ativo (Sujeito);

2°He: Atividade desenvolvida por esse princípio (Verbo);

3°Vau: Aplicação da atividade, que se regula e se adapta conforme o objetivo;

4°He: Resultado produzido (Objeto).

Em Hebraico o Quatro é equivalente a letra Daleth.

O CINCO (5)

Significa liberdade, evolução, aventura, evolução e curiosidade. A Essência do número CINCO é o Espírito de Deus, capaz de não permitir que os QUATRO elementos se equilibrem.

Assim, enquanto com eles coexistir a QUINTA essência, a vida estará nele presente e as suas forças não serão capazes de se neutralizar DUAS a DUAS. Este número é mágico e peculiar, pois era usado pelos gregos e romanos como amuleto para proteger o portador dos espíritos malignos

Temos a quatro essências, água, ar, fogo, terra. No entanto, existe uma QUINTA ESSÊNCIA equilibrando as outras quatro, que graças a essa, se equilibra, O número CINCO preside a Energia capaz de manter em vibração os elementos primordiais. Este QUINTO elemento é a Energia UNA, representando o emblema da perfeição, representa ainda Deus na transformação.

NA Bíblia, em seu 2°. Capítulo do Gênesis, explica, simbolicamente, a presença da QUINTA ESSÊNCIA:

Mas uma neblina (composto pelos elementos ar e água), subia da terra (pela ação do calor, provocado pelo elemento fogo) e regava toda a superfície do solo. Então soprou o senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego da vida, e o homem passou a ser uma alma vivente.

Para os Pitagóricos,  o cinco era a harmonia suprema  representada na arquitetura das catedrais do estilo da arte gótica, (séculos  XI e XII) com as estrelas de cinco pontas (pentagrama) as rosáceas de cinco pétalas( era   um ornamento usado no seu auge em catedrais durante o período gótico.) e a cruz que também simboliza o número cinco, com as suas quatro retas por oposição a um centro.

Na alquimia o número cinco ocupa uma posição de destaque. Vem dela o nome quintessência.

Desta maneira, o número cinco, representa a energia que garante  a vida.

Em Hebraico o Cinco é equivalente a letra He

O SEIS (6)

O Seis é a harmonia, conciliação, equilíbrio, justiça. Há, ainda, um aspecto simbólico muito mais elevado a ser estudado no número SEIS. É a Estrela de David, emblema do Poder Divino e da fraqueza humana. O Hexagrama, que se encontra suspenso sobre o Trono do Venerável Mestre em nossa oficina, é constituído por dois triângulos que se entrelaçam, tendo um o seu vértice voltado para cima, que simboliza o bem , macrocosmo, enquanto o outro está com o vértice voltado para baixo, que simboliza o mal,  o microcosmo. Esse entrelaçamento dos dois triângulos, nos remete ao axioma de Hermes, O Trimegisto “O que está em baixo é como o que está em cima”.  Outras representações também  são atribuídas ainda aos dois triângulos, além do bem e do mal: masculino e feminino, atividade e passividade, luz e trevas, espírito e matéria  Dessa forma surge a Estrela de SEIS pontas conhecida como Estrela de David, que alguns chamam de Estrela de Salomão.

Em Hebraico o Seis é equivalente a letra Vau.

O SETE  (7)

Significa: análise, investigação, lógica, misticismo, reflexão, sabedoria. É um número sagrado e perfeito. Os versículos de número 5 a 31, do Capítulo I, e versículo 2, do Capítulo II, do Gênesis, nos informam que a criação do mundo foi feita em seis dias, tendo sido reservado o SÉTIMO dia para o descanso do Criador. O número SETE é um número sagrado porque representa a reunião da Trindade Superior que age sobre o Quaternário terrestre, simbolizando o homem com todas as suas possibilidades de evolução. Temos em nosso corpo Sete Chacras, pontos de energia, centros magnéticos que lhe permitirão atuar nos Sete mundos. Sete Arcanjos. Sete dons do Espírito Santo, representados em forma de Pomba, Sete virtudes; Sete artes e ciências; Sete Sacramentos, Sete notas musicais. Sete pragas do Egito, descrita no Êxodo. Sete Igrejas do Novo Testamento, os Sete planetas que regem os destino do homem, de acordo com a astrologia   Na China ele é associado ao princípio masculino Yang.  Ele é um número místico por natureza. Segundo o Alcorão, Alá criou Sete céus ou paraíso. Na Teosofia, existem Sete raças, Sete Planos Divinos. Sete são as maravilhas do mundo antigo.

O Sete é o único número simples que aritmeticamente não é múltiplo nem divisor de um outro número entre 1 e 10. Ele é a soma do número Três (Espirito) com o número Quatro (Matéria), daí a perfeição.

A Biologia, ciência da vida, descobriu que as células de nosso corpo, passam por uma renovação a cada Sete anos, o que nos mostra que somos um novo individuo a cada Sete anos. Dai o ciclo do ser humano. Ele entra em todas as circunstâncias da vida, regendo o desenvolvimento humano e os acontecimentos do mundo, na parte material, moral e biológica.

Em Hebraico o Sete é equivalente a letra Zain.

O OITO (8)

Significa, poder, vitória, riqueza material, reconhecimento.  Ele é lembrando por ser associado ao símbolo do infinito (lemniscata) que é um oito deitado. Por isso também é associado a infinitas possibilidades, o fluxo sem início ou fim.

Símbolo da harmonia cósmica, suas formas aparecem na mitologia greco-romana no caduceu de Mercúrio (Hermes): duas serpentes entrelaçadas simbolizam o eterno movimento cósmico e a relação existente entre deuses.

Sua forma representa os dois mundos, o espiritual e o material, com o fluxo de energia de cima para baixo e de baixo para cima

Em Hebraico o Oito é equivalente a letra Cheth.

O NOVE (9)

Significa realização, universalidade, abnegação, compaixão. É o final de um ciclo e começo de outro. É o último número com apenas um dígito.   O número Nove é três na segunda potência.  Ele representa a realização total do homem com todas as suas aspirações atendidas e seus desejos satisfeitos. No Taro é o número do próprio homem, pois a ele é associado. No Taro ele é representado por figura humana, dai representar a própria humanidade. A gestação  humana  tem nove meses, sendo que na religião Hinduísta o Nove é  o número de Brahma. Ele é o único número  que quando multiplicado por qualquer número por ele, a soma sempre dá Nove.

2 X 9 = 18… 8+1 = 9

3 X 9 = 27 …2+7= 9

32 X 9 = 288… 2+ 8 + 8 + = 18… 1 + 8 = 9 

Em Hebraico o Nove é equivalente a letra Teth.

Compilado por: Dermivaldo Collinetti

Dermivaldo é Mestre Maçom da ARLS Rui Barbosa, Nº 46 – GLMMG – Oriente de São Lourenço e, para nossa alegria, um colaborador do blog.

Bibliografia

  • Ritual de Aprendiz Maçom
  • O grau de Aprendiz Maçom e seus mistérios – Jorge Adoum
  • O que deve saber um Mestre Maçom – Papus
  • Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbolismo – Nicola Aslan
  • Dicionário de Maçonaria – Joaquim Gervásio de Figueiredo
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Episódio 17 – O objetivo do estudo na Maçonaria

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Pitágoras e os Caminhos da Alma – Capítulo 1

O Ponto Dentro do Círculo

No apagar das luzes do período arcaico grego, um homem peculiar estabelece-se no Sul da Itália onde inicia uma escola cujas doutrinas seriam seguidas por uma cadeia contínua de discípulos, até alguns séculos após a extinção da mesma. Este trabalho focaliza o legado de Pitágoras e a unidade conceitual sustentada pela escola pitagórica, mirando as questões concernentes à trajetória da alma humana dentro da ordenação universal postulada pelo organismo pitagórico.

Introdução

As filosofias que se desenvolveram na Magna Grécia, entre os séculos VI e V a.C., apresentaram uma têmpera singular graças às suas estreitas relações com a religiosidade e alguns cultos-mistéricos. Desde tempos mais remotos, tais cultos se perpetuavam pelos solos do Sul da Itália e da Sicília, abrigando especulações sobre a existência da alma após a morte. Essa característica revela-se nas temáticas metafísicas de alguns filósofos itálicos do período, e é fortemente visível no legado deixado por Pitágoras bem como…

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Episódio 16 – A lei iniciática do silêncio

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O medo de ser livre provoca o orgulho em ser escravo

O medo de ser livre, provoca o orgulho em ser escravo – NH News

“O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram.” Os Irmãos Karamazov, Dostoiévski.

Há no homem um desejo imenso pela liberdade, mas um medo ainda maior de vivê-la. Algo parecido disse Dostoiévski, ou talvez eu esteja dizendo algo parecido com o dito pelo escritor russo. No entanto, como seres significantes que somos, analisamos as coisas sempre a partir de uma determinada perspectiva e, assim, passamos a atribuir-lhes valor. Dessa maneira, até conceitos completamente opostos, como liberdade e escravidão, podem se confundir ou de acordo com o prisma de quem analisa, tornarem-se expressões sinônimas, como acontece no mundo distópico de George Orwell, 1984, em que um dos lemas do partido – “Escravidão é Liberdade” – é repetido à exaustão.

Não à toa, as boas distopias têm como grande valor predizer o futuro. E em todas elas – 1984, Admirável Mundo Novo, Fahrenheit 451, Laranja Mecânica – há um ponto em comum: a liberdade dos indivíduos é tolhida e, consequentemente, convertida em escravidão. No entanto, através de mecanismos sócio-políticos a escravidão é ressignificada como liberdade, de modo que mesmo tendo a sua liberdade cerceada, os indivíduos entendem gozarem plenamente desta.

Nas histórias supracitadas, embora a maior parte da população esteja acomodada e aceite com enorme facilidade absurdos, existem indivíduos que se permitem compreender as suas reais situações e ousam lutar contra a ordem estabelecida. Esse processo é, todavia, extremamente doloroso, uma vez que é muito mais fácil se acomodar a enfrentar a realidade e todas as consequências dolorosas que enfrentamos invariavelmente quando decidimos sair da caverna, para lembrar Platão.

Posto isso, há de se considerar que ser verdadeiramente livre requer a responsabilidade de encarar o mundo sem fantasias, ou seja, tal como ele é. Dessa forma, existe no homem grande suscetibilidade a aceitar o irreal como real, a fantasia como verdade, a Matrix como o mundo real. Sim, Matrix é um grande exemplo do medo que possuímos de encarar a realidade. No personagem de Cypher (Joe Pantoliano) encontramos o maior expoente desse comodismo, já que sendo a realidade um mundo destruído, um caos constante, é muito melhor viver na Matrix, onde ele “pode ser o que quiser”, ainda que não passe de uma grande mentira.

Em outras palavras, Cypher representa a ideia de que sendo a realidade algo tão assustador, a ignorância é uma benção, pois sendo ignorante, pode-se comprar mentiras como verdades facilmente, bem como, aceitar a Matrix como realidade e a escravidão como liberdade.

As realidades apresentadas no mundo das artes (ficções, que ironia), refletem a nossa própria realidade, em que, assim como Cypher, temos preferido viver vidas fantasiosas, cercadas de superficialidade e aparências, determinadas pelo hedonismo da sociedade de consumo e, consequentemente, o nosso egoísmo ganancioso buscando galopantemente realizar todos os desejos que impedem de acordarmos de um sonho ridículo.

Apesar de tudo isso, pode-se considerar que de fato é melhor ser um escravo feliz do que um ser livre, triste, inconformado e amedrontado. No entanto, a problemática ganha corpo na medida em que se entende que há coisas que só podem ser feitas sendo o sujeito livre, uma vez que a gaiola é sempre limitadora, sobretudo, aos desejos mais intrínsecos e, portanto, mais latentes e verdadeiros no ser. Assim, por mais que a escravidão seja ressignificada, fantasiada e “transformada” em liberdade, sempre haverá pontos em que o indivíduo sentirá necessidade de alçar voos mais altos, os quais, obviamente, não poderão ser realizados, haja vista a limitação das gaiolas, o que implica a insatisfação, ainda que tardia, da condição escrava em que o indivíduo se encontra.

Sendo assim, constatamos que “O medo de ser livre provoca o orgulho em ser escravo”, posto que para gozar a liberdade é preciso coragem para se arriscar no terreno das incertezas e da luta. E, assim, temos preferido permanecer na caverna, orgulhosos das nossas sombras, já que lembrando outra vez Dostoiévski – “As gaiolas são o lugar onde as certezas moram”. Entretanto, como disse, mais hora, menos hora, nos enxergamos e percebemos que o que nos circunda é falso, de tal maneira que desejamos sair, correr, voar, ser livres.

O grande problema nisso é que quando se acostuma a viver em uma gaiola, quando se é livre perde-se a capacidade de voar, pois as correntes que nos prendem são criadas pelas nossas mentes, de forma que mesmo fora da caverna, continuamos prisioneiros de uma mente que se acostumou a ser covarde e preferiu acreditar na contradição de que ser escravo era o maior ato de liberdade.

Autor: Erick Morais

Fonte: Obvious

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Episódio 15 – Pedra Bruta e Pedra Cúbica

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Precisa-se de escravos!

Uma definição bíblica de vícios - ABCB

Você é um escravo. Eu também sou. Todos somos servos dos nossos hábitos condicionados, sejam eles quais forem. A neurociência, com a teoria do “Cérebro Trino”, de Paul MacLean, contava na década de noventa que temos 03 cérebros: reptiliano, mamífero e racional. A parte mais primitiva visa nossa sobrevivência e perpetuação: comida, bebida, sono, abrigo, defesa, reprodução, repouso, associações estratégicas correlatas. Para isso, o cérebro primitivo é forte, predominante e extremamente simples, não classifica os hábitos como vícios ou virtudes. Isso é pauta para o cérebro racional ou neocortex.

Assim que se satisfaz do básico, o cérebro primitivo relaxa e se sente recompensado. Atribui essa recompensa ao evento estimulante que o levou à ação relaxante. Essa “deixa para agir” é cravada na mente como gatilho. Gatilho, Ação e Recompensa: Esse o triângulo do hábito, como explica Charles Duhigg em sua obra “O Poder do Hábito”. O gatilho gera um anseio, ou seja, o pensamento se adianta, obrigando o corpo a reagir antes do fato acontecer. Cheiro de comida gera salivação. Atração gera tesão.

Estimulado uma segunda vez pelo mesmo gatilho, o instinto busca apenas em repetir a ação que o levou à última sensação de recompensa. Esse automatismo é inconsciente e, quando em descontrole, sobrepõe-se aos nossos esforços por moderação, lealdade e honestidade. Impondo-se o primitivo, somos reféns desses motores comportamentais em todas as dimensões da vida. O triângulo do hábito parece inexpugnável. Gatilho, ação e recompensa formam os grilhões de nossa servidão.

A boa notícia: o escravo pode mudar de senhores. Um “gatilho” pode ser identificado e, dessa deixa, partir para novas ações. Todavia, não se empolgue demais. Podemos ter melhores hábitos, senhores menos destrutivos, mais saudáveis, mas teremos que lutar por eles.

A par de nossa dimensão primitiva, merece homenagem uma instituição corajosa nessa “troca de senhores”: Os Alcóolicos Anônimos. O AA enfrenta o terrível e destruidor alcoolismo com a mesma simplicidade e eficácia de sempre, desafiando a própria ciência e também a “pseudociência” e sua prateleira de produtos “milagrosos”.

O Triângulo do vício do alcóolatra começa no gatilho mais comum: tentar mascarar dores e tristezas ou prolongar prazeres e alegrias o máximo possível. A ação de beber pode ficar involuntária, parte do cérebro primitivo. As recompensas, em geral, são a desinibição e um suposto companheirismo, geralmente o do primeiro que aparecer.

A “Iniciação” do AA são “noventa encontros em noventa dias”, uma prova do novato de enfrentamento constante do ego e do seu quadro de adoecimento. No Triângulo do “Iniciado no AA”, o gatilho segue como sendo o trato das emoções, principalmente nos momentos mais críticos: aquela noite mais escura da alma ou as infinitas fugas, nas quais a mente humana é tão profícua em criar. A ação a ser implementada e repetida incansavelmente é lembrar da sua impotência e procurar a escuta do padrinho ou quem lhe faça as vezes o mais rápido possível. As recompensas são a desinibição emocional e a companhia, agora do padrinho e/ou dos companheiros de luta.

Você não leu errado: havendo quase nada a se fazer na recompensa, resta focar no gatilho e, a partir da “deixa”, partir para novas ações, reforçadas pela rotina, até mitigar os antigos reflexos condicionados.

É nessa hora que entra a egrégora coletiva. Por ela se materializa nossa habilidade de formarmos associações estratégicas de longo prazo, traço marcante que nos conferiu nosso sobrenome “sapiens”, como escreveu Harari. É pela prática coletiva que se cultiva a solidariedade e força para se desiludir e desistir de tentar mascarar as dores/tristezas ou tentar prolongar os prazeres/alegrias indefinidamente. Um coletivo comprometido com a evolução cria o espaço e a escuta propícios para a entrega e o enfrentamento das emoções. Todavia, falta ainda algo quase inexplicável, que faz de certas instituições campeãs na geração de valor para uma sociedade cada dia mais adoecida.

Havendo confiança e entrega, consegue-se fechar um triângulo entre o Falante – a Palavra – o Ouvinte. Dentro dessa egrégora, algo quase mágico está em vias de acontecer.

A entrega pela “palavra” ao sistema de troca de experiências é seguida de uma confiança no padrinho e nos companheiros. É crucial primeiro reconhecer ser impotente perante as ações automatizadas, um escravo assumido. Os registros e relatos pessoais permitem, ao seu turno, identificar os avanços, por menores que sejam, mas capazes de gerar gratidão à jornada, aos Irmãos de luta, ao Invisível e Supremo. “Entrego, confio, aceito e agradeço”, etapas da real jornada de autoconhecimento e auto atualização.

Cria-se confiança primeiro no padrinho. É quem está mais próximo ao recém-iniciado. Depois surgem a fé no programa e nessa Força misteriosa que a tudo conduz. Ao fim, o que começou com uma rendição e morte simbólica da arrogância e do ego, culmina no renascimento de um “amor próprio” capaz de resistir aos velhos hábitos, mesmo nos momentos mais estressantes da vida. Nesse momento, afilhado vira padrinho; aprendiz vira mestre; iniciado vira iniciador. O ciclo de destruição do ego e construção de templos de Confiança, Fraternidade e Fé então se repete e se multiplica. Não é Pedagogia, pois não educa crianças, mas “Andragogia”, a educação da consciência dos Iniciados.

A eficiência do AA serve-nos como espelhamento para a missão sagrada de qualquer Escola Iniciática perante seus Iniciados: enfrentar com honestidade e coragem nossa mente primitiva. Cabe ao Iniciado reconhecer sua dimensão animal e irracional. Sem isso, não há êxito em transformar velhos hábitos, prevalecendo os impulsos egóicos, mesmo estando “de corpo presente na Oficina”.

A pedra que foge do cinzel resiste em permanecer bruta.

É por causa da humildade em assumir sua impotência que o Iniciado busca se transformar. Sua marca principal é não se cansar de buscar. É um escravo buscador de novos senhores, novos hábitos, novas posturas. Ele não o faz porque se acha evoluído, mas justamente porque se reconhece como primitivo e impotente.

É desse desbaste voluntário e contundente da pedra bruta interior que se lapidam os autênticos mestres, provados ao longo das grandes crises, da ignorância e da estupidez humana, tal como o momento crucial que a humanidade atravessa no início do século XXI. Reconhece-se a espada pela temperatura da forja a que foi submetida.

As Escolas Iniciáticas devem acolher esses servidores. São servos que buscam incansavelmente se transformarem por novos hábitos. Eles se equipam com humildade, confiança e fé para cavar masmorras aos vícios. Sem esses jardineiros da consciência, qualquer terra é seca e estéril. Sem eles, espaços que seriam de evolução e aperfeiçoamento humano se rendem a “igrejismos” ultrapassados, repetições inúteis e “jornadas vazias” de toda sorte, nas quais o ego e vaidade se esbaldam.

Sair dos velhos condicionamentos é difícil. Conhecer a si mesmo também é difícil. Escolher o seu difícil é o que vai determinar quais serão seus senhores, seus hábitos.

Certo é que a evolução planetária segue seu curso. Iludidos pelos nossos vieses de confirmação, acreditamos que até um relógio parado esteja certo, ao menos duas vezes ao dia. Logo, a realidade, por mais dura que seja, é melhor que qualquer fantasia e, com isso, é imperativo vencer a inércia e a mente primitiva, já que seguem em frente “as pedras que rolam”, como cantou Bob Dylan. Os novos tempos demandam Oficinas repletas de servidores de novos pensamentos, palavras e ações, enfim, de escravos de melhores hábitos.

Autor: Luciano Alves

* Luciano é professor, analista judiciário e Mestre Maçom da A.R.L.S. Jacques DeMolay nº 22 da GLMMG.

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