Episódio 56 – O filtro da Loja

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O Venerável Mestre não é apenas um condutor de reuniões (se bem que de cada reunião deva nascer o encaminhamento para a solução dos problemas propostos. Se uma reunião for estéril e o seu resultado ineficaz, estarão comprometidas e desacreditadas as reuniões seguintes). Sem sombra de dúvidas, podemos afirmar que o Veneralato é uma…

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Aprendizes e Companheiros: espelhos da hierarquia social?

O Ponto Dentro do Círculo

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Atualmente a maçonaria tupiniquim, infelizmente, tem um pensamento corrente de que duas de suas três classes de maçons não tem direito a fala e muito menos a escrita (no caso Aprendizes e Companheiros). Acredito que este pensamento tenha raiz em um modelo antiquado de hierarquia, e para tratar o assunto traremos hoje um texto “num” formato nunca visto antes por essa área desolada da internet. Para tanto eu contei com a ajuda de um Grande Irmão que trabalha e vive na terra da Rainha.

No famoso grupo de estudos sobre “ciências maçônicas” (me superei aqui) Ritos e Rituais eu levantei uma pergunta direcionada ao Irmão Felipe Côrte Real de como os ingleses tratam os trabalhos (textos, monografias, artigos, peças de arquitetura e etc) que são confeccionados por irmãos aprendizes e companheiros, confira agora a pergunta e a resposta na íntegra.

Cloves Gregorio – do blog Maçonaria Tupiniquim

Pergunta

Algo interessante…

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O encanto do Iluminismo

O Ponto Dentro do Círculo

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Depois das mudanças na cultura do homem, promovidas pelo desenvolvimento intelectual do Renascimento (século XIV), marcando a transição da Idade Média para a Idade Moderna, que sucedeu à Idade Média (fim da Idade Antiga até o início da Idade Moderna – 1453), a decadência do pensamento barroco, deu lugar ao arcadismo, em 1700.

O termo Barroco significa “bizarro” e é de origem francesa. Mas o “estilo barroco”, um estilo arquitetônico que se desenvolveu desde o fim do século XVI e perdurou até meados do século XVIII, surgiu na Itália.

O Barroco foi uma reação ao estilo Clássico que, no final do Renascimento, perdia seu vigor como beleza artística. Com a decadência do Barroco, surgiu o Rococó, não como estilo arquitetônico, mas, ornamental, que os críticos da arte consideram de mau gosto, devido a seus ornamentos espalhafatosos e à profusão de curvas caprichosas. A glória maior do Rococó foi na França…

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Episódio 55 – Cinco motivos para NÃO ser maçom

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Quem pensar que a entrada na Maçonaria é uma porta aberta para obter contatos e negócios e o propiciar de condições para “subir na vida”, pense outra vez, e pense melhor! Se for este o motivo que o faz desejar entrar na Maçonaria, poupe-se ao trabalho e às despesas. Dentro da Maçonaria fará os mesmos negócios que faria fora dela. O que todos lhe pedirão na Maçonaria é que dê algo de si em prol dos outros. Dos demais receberá o que efetivamente…

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Interstício

ARTE REAL - TRABALHOS MAÇÔNICOS: INTERSTÍCIO

Interstício quer dizer solução de continuidade, o intervalo entre duas superfícies da mesma ou diferente natureza.

A Maçonaria utiliza a expressão em termos de tempo. Interstício é o intervalo de tempo que deve decorrer entre dois fatos. Designadamente, interstício é o intervalo de tempo que deve decorrer entre a Iniciação do Aprendiz e a sua Passagem a Companheiro e também o tempo que se impõe entre essa Passagem e a Elevação do Companheiro a Mestre.

O interstício é uma regra que admite exceção: o Grão-Mestre pode dele dispensar um obreiro e passá-lo ou elevá-lo de grau sem o decurso do tempo regulamentar ou tradicionalmente observado. No limite, a Iniciação, Passagem e Elevação podem ocorrer no mesmo dia. Mas a dispensa de interstícios é rara – deve ser verdadeiramente excepcional – e só por razões muito fortes deve ocorrer.

Assim sucede genericamente na Maçonaria Europeia. Já a Maçonaria norte-americana é muito menos exigente neste aspecto, sendo corrente a prática de conferir os três graus da Maçonaria Azul num único dia. Esta é aliás, uma consequência e também uma causa das diferenças entre as práticas e as tradições maçônicas em ambas as latitudes. Mas impõe-se observar que algumas franjas da Maçonaria norte-americana, designadamente nas Lojas que se consideram de Observância Tradicional, se aproximam, neste como noutros aspectos, da prática europeia.

A razão de ser do interstício é intuitiva: há que dar tempo para o obreiro evoluir, para obter e trabalhar os ensinamentos, as noções, transmitidas no grau a que acede, antes de passar ao grau imediato. Em Maçonaria busca-se o aperfeiçoamento e este não é, nem instantâneo (instantâneo é o pudim…), nem automático. Depende de um propósito, de um esforço, de uma prática consciente e perseverante. É um processo. E, como processo que é, tem fases, tem uma evolução que se sucede ao longo de uma lógica e de um tempo. Por isso, em Maçonaria não se tem pressa. O tempo de maturação, o tempo de amadurecimento, a própria expectativa, são essenciais para um harmonioso desenvolvimento individual.

Os graus e qualidades maçônicos não constituem nada, apenas ilustram, representam, emulam a realidade do Ser e do Dever Ser. Não se tem mais qualidades por se ser maçom (embora se deva ter qualidades para o ser…). Há muito profano com mais valor e maior desenvolvimento espiritual e pessoal do que muitos maçons, ainda que de altos graus e qualidades. Para esses os maçons até criaram uma expressão: maçom sem avental. Mas procura-se ilustrar com a qualidade de maçom a tendência para a excelência, a busca do aperfeiçoamento. O Mestre maçom não é, por decreto ou natureza, necessariamente melhor ou mais perfeito do que o Companheiro ou o Aprendiz. Mas, com os graus, a maçonaria ilustra um Caminho, um Processo, para a melhoria de cada um. Há por aí muito Aprendiz que é mais Mestre de si próprio que muito Mestre de avental com borlas ou dourados. Mas o mero fato de ter de fazer a normal evolução de Aprendiz para Companheiro e de Companheiro para Mestre potencia o que já é bom, faz do bom melhor, do melhor, ótimo e do ótimo excelente.

Assim, em Maçonaria consideramos profícuo e valioso que o profano que pediu para ser maçom aguarde, espere, anseie, pela sua Iniciação. E que o Aprendiz tenha de o ser durante o tempo estipulado e tenha de demonstrar expressamente estar pronto para passar ao grau seguinte, por muito evidente que essa preparação seja aos olhos de todos; e o mesmo para o Companheiro passar a Mestre; e idem para o Mestre começar a ver serem-lhe confiados ofícios; e também para o Oficial progredir na tácita hierarquia de ofícios e um dia chegar a Venerável Mestre.

Tempo. Paciência. Evolução. De tudo isto é tributário o conceito de interstício, tal como é aplicado em Maçonaria.

O interstício pode ser diretamente fixado, regulamentar ou tradicionalmente, ou resultar indiretamente de outras estipulações. Por exemplo, na Loja Mestre Affonso Domingues consideramos que não é o mero decurso do tempo que habilita um obreiro a aceder ao grau seguinte. Mas reconhecemos que o decurso de um tempo razoável é necessário. Estipulamos, assim, no nosso Regulamento Interno, que o interstício para que um obreiro possa aceder ao grau seguinte seja constituído pela presença a um determinado número de sessões. Com isso, estipulamos que uma certa assiduidade é condição de acesso ao grau seguinte e, como a Loja reúne duas vezes por mês, onze meses por ano, indiretamente fixamos um período de tempo mínimo de permanência no grau. Os nossos Aprendizes, quando passam a Companheiros, merecem-no! E os nossos Companheiros, quando são elevados a Mestres estão em perfeitas condições de garantir a fluente prossecução dos objetivos da Loja, incluindo a formação dos Aprendizes e Companheiros. Nós não temos pressa…

Autor: Rui Bandeira

Fonte: Blog A Partir Pedra

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Maçons que leem e maçons que não leem

O Ponto Dentro do Círculo

6 dicas para tirar partido do que lê e seleccionar o que ler - Objetivo Lua

Eu acredito que existam muitos maçons que são desconhecedores dos princípios da Maçonaria, assim como há homens de todas as classes que estão sujeitos à ignorância da sua própria profissão. Não existe um relojoeiro que não saiba sobre os elementos de relojoaria, nem um ferreiro que não esteja totalmente familiarizado com as propriedades do ferro em brasa. Subindo para os mais altos caminhos da ciência, eu ficaria muito surpreendido se encontrasse um advogado que fosse ignorante dos elementos de jurisprudência, ou um médico que nunca tenha lido um tratamento sobre uma patologia, ou um clérigo que não saiba absolutamente nada de teologia. Entretanto, nada é tão comum quanto encontrarmos maçons que estão na completa escuridão a respeito de tudo que se refere à Maçonaria. Eles são ignorantes da sua história, não sabem se uma produção é atual ou se ela vem de eras remotas na sua origem. Eles não têm…

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O que venho fazer em loja?

O Ponto Dentro do Círculo

santo antónio dos cavaleiros - Reddit post and comment search - SocialGrep

Minha iniciação foi uma explosão interna de alegrias, reflexões e surpresas. Meus cinco sentidos trabalharam como nunca antes.

Ao ser me dada a luz fiquei ofuscado ao ver tanta gente. Fiquei assustado ao ver o local onde estava, onde percorri tantos caminhos, onde passei tantas provas. Me senti honrado de, enfim, poder entrar na fraternidade.

Tantos símbolos, tantas cores, tantas maravilhas. Colunas, velas, cordas, paramentos suntuosos. O céu sobre minha cabeça; o pavimento de preto e branco; esse olho que fica me olhando; as pedras curiosas, e tantos outros elementos!

No período em que estive na coluna do Norte, aprendi e evolui. Eu mesmo não senti estar diferente, mas meus próximos me observavam e o sentiram a mudança. Com a força da juventude e ignorância oculta do adolescente, estudei e avancei para passar para a coluna do Sul, indo do nível para o prumo, deixando o banco duro e frio…

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Resposta a um maçom desiludido…

Caro Irmão,

É triste perceber que você não entendeu do que se trata Maçonaria, mesmo tendo percorrido todo o caminho. Mas, posso entender que você alimentou expectativas irreais, resultantes da difusão desordenada de conceitos conflitantes e fantasistas do que seja a Ordem Maçônica.

Volte no tempo e estude (aqui mesmo no blog você encontrará tudo o que precisa) a história da Maçonaria com um olhar objetivo. Ela foi inventada por homens inteligentes com objetivos muito práticos. A simbologia que realmente tem sentido é básica e muito simples.

O que aconteceu depois de sua invenção em 1717, foi um festival de inclusões de conteúdos e objetivos que nada tinham a ver com o seu projeto inicial. E ela foi assim se transformando em um cipoal de opiniões travestidas em conceitos que somente contribuíram para a confusão e para o desencanto daqueles que procuram na Maçonaria algo que ela não se propõe a oferecer.

Maçons que também não entenderam do que se trata sempre dizem “você precisa fazer os graus filosóficos, onde se encontra a verdadeira maçonaria” .

Bullshit!

A verdadeira maçonaria se encontra na LOJA SIMBÓLICA. Em nenhum outro lugar. No simbolismo, nos três primeiro graus. Quem não entender o que é maçonaria até chegar ao grau de Mestre, nunca vai entender e vai ficar dando cabeçada até entender, ou até se desencantar, como parece ser o caso do irmão.

Maçonaria é apenas e tão somente o cultivo da fraternidade. O famoso MICTMR. É encontrar em uma cidade distante, alguém que te trata como irmão sem nunca ter te visto. É encontrar apoio para empreitadas sociais. É estar presente em sua comunidade para “dar aquela mãozinha” na Associação de Pais e Mestres,  na Associação de Vizinhos., nas obras sociais da paróquia ou da comunidade religiosa a que pertence. É socorrer um vizinho em dificuldade. É ir aos aniversários de irmãos da loja ou de seus familiares. É estar presente quando um irmão a ele recorre. É contribuir para organizações que trabalham pelos menos favorecidos,  Médicos sem Fronteiras ou uma ONG mais local.  É participar da política, candidatando-se a síndico do seu edifício, vereador em sua cidade, presidente do seu país!

A Loja “oferece” um ambiente onde o maçom que já entendeu o conceito acima possa dedicar-se a estudos que não têm lugar na sociedade atual. Ali, ele encontrará outros irmãos que se interessam por arcanos, hierofantes, atanores, obra em negro, e tantos assuntos fascinantes, mas também encontrará irmãos com menos apetite por tais assuntos, mas que são pessoas generosas, divertidas, afáveis.  Por outro lado, a estrutura  da comunidade maçônica também oferece uma outra organização de lojas de estudo de conteúdo moral, esotérico, hermético chamados “Altos Graus”, ou Graus Filosóficos. Se  o maçom quiser, pode frequentar essas lojas, mas não é obrigado. Os graus filosóficos acima dos três primeiros graus  têm a ver com maçonaria somente na medida que permitem o exercício da fraternidade, mas são graus de cavalaria.  Os graus de Maçonaria estão relacionados com a profissão de pedreiro, de construtor.

Se ele não quiser frequentar os altos graus, basta seguir sua emoção e desenvolver o conceito de fraternidade, estendendo-o a todas as pessoas que conhece. Será então o melhor maçom do mundo.

Mas, precisa ter cuidado com as informações equivocadas que recebe no meio. A Maçonaria que conhecemos e à qual pertencemos existe somente após 1717, com a fundação da Grande Loja de Londres. Ela não é a continuação da Maçonaria Operativa. Ela só aproveitou muita coisa dela.

Os maçons operativos eram pedreiros, quase sempre analfabetos, que não detinham nenhum “conhecimento esotérico da Grande Obra”. Só queriam preservar os conhecimentos de construção para garantir seu trabalho. Por isso o segredo. Mas eram homens simples, alegres e despreocupados que gostavam muito de beber cerveja nas tabernas onde se reuniam, de dar risadas, brincar.

Todo esse conteúdo esotérico, iniciático foi introduzido no século XIX por maçons que vinham da Rosacruz (essa sim, uma ordem iniciática, esotérica, etc. etc.) e outras ordens que cultivavam o hermetismo.

Nós, os maçons somos homens simples que buscam a fraternidade e o aperfeiçoamento de si e da sociedade através do exemplo ou através da influência que possamos exercer sobre ela.  Pense bem, passe uma borracha no seu passado e recomece do zero.

Seja um maçom feliz como eram os maçons operativos!

Fraternalmente,

José Filardo.

Fonte: Biblioteca Fernando Pessoa

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Episódio 54 – O tronco dos templários e a Maçonaria

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Quando eu dava meus primeiros passos na Maçonaria, assisti a uma instrução na qual um Mestre, com mais de trinta e três anos e seiscentos costados de Ordem, ensinou o seguinte sobre o TRONCO DE SOLIDARIEDADE (ou de beneficência):

– Chama-se tronco porque os antigos Templários escondiam seus dinheiros em troncos de árvores!

Lembro-me bem ‒ foi possível ouvir, naquela ocasião, todos os Templários mortos novecentos anos atrás darem ruidosas voltas em suas sepulturas e chacoalharem armaduras contra suas espadas enferrujadas…

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Frederico II e as Grandes Constituições de 1786

O Ponto Dentro do Círculo

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Assim como a maçonaria simbólica é regida pelas Constituições de Anderson, os Supremos Conselhos do REAA o são pelas Grandes Constituições de 1786. Ainda que muito importantes, as Constituições de 1786 não foram redigidas por Frederico II da Prússia, conforme se demonstrará a seguir.

Causa espanto verificar que, no Brasil, uma grande parte dos maçons dos altos graus, por falta de conhecimento de história maçônica, continua ainda acreditando e “jurando de pés juntos” que as Constituições de 1786 foram elaboradas pelo rei prussiano. Pensam, erroneamente que, por constar nos rituais do REAA, Frederico tenha criado e legitimado as Constituições de 1786. Isto, ipso facto, transforma-se em artigo de lei ou de crença inabalável.

Um fato ponderável e concorrente para essa mitologização foi a certeza de que os EUA, à época em se criaram os 33 graus, não eram nenhuma potência maçônica, como vieram a se tornar posteriormente. Necessitavam, portanto, de um forte aval para legitimar…

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