Epicuro e sua Atomística Filosofia do Prazer

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Em grego, EPIKOURIOS significa “auxiliador” ou “aquele que vem em ajuda de outrem”. Por influência do pai (que era professor), desde cedo manifestou forte curiosidade intelectual. Conta que aos 12 anos “quando o professor de gramática citou diante dele o verso de Hesíodo ‘No princípio todas as coisas vieram do caos‘, fez um questionamento: “E o caos?”, perguntou Epicuro, “Donde veio?”. O professor ficou chocado e disse que não saberia responder, que tal dúvida deveria ser direcionada aos filósofos. A partir de então, Epicuro teria visitado várias escolas de filosofia da época.

Aos 14 anos, é enviado pelo pai à cidade de Teos, para iniciar os estudos de Matemática e Física. Na juventude, foi aluno de Nausífanes, um discípulo de Demócrito[1]. E com ele teve acesso à filosofia da natureza elaborada pelos pensadores de Mileto: Tales, Anaximandro, Anaxímenes. Parece que foi nesse período que teve contato com a dialética de Heráclito; com a Física de Anaxágoras e com a filosofia dos quatro elementos de Empédocles; e principalmente, com o atomismo de Demócrito e de Leucipo. Para alguns historiadores, Epicuro teria se interessado primeiro pela ética de Demócrito, que defendia a euthymia, ou seja, a tranquilidade da alma, fonte de inspiração para sua doutrina da ataraxia (impertubabilidade da alma). Somente depois teria adotado o atomismo como fundamento de sua ética.

Aos 30 anos funda sua primeira escola de filosofia, em Mitilene, na ilha de Lesbos, na costa asiática, ao norte de Samos. Mas pouco depois muda para periferia de Atenas e com a ajuda de seus alunos e amigos, funda sua famosa escola: o Jardim.

“Frágil de corpo, a ponto de ter permanecido incapaz de se locomover durante alguns anos, Epicuro, viveu de maneira extremamente frugal e regrada em seu Jardim ateniense, dedicando-se aos amigos e à Filosofia (…)”. No ano de 270 a.C., “cálculos renais provocaram-lhe dolorosa inflamação que suportou com serenidade preconizada por sua filosofia. Sentindo chegar o fim, instalou-se em uma banheira de bronze repleta de água quente, bebeu uma taça de vinho puro e exortou os discípulos a lembrarem de suas lições. Depois, mergulhou tranquilo no sono eterno” (MORAES, 1998, p. 22-23).

O Jardim

O Jardim, do grego Képos; em latim, hortus; que na nossa língua é horto e horta.

O conhecimento, a filosofia ensinada no Jardim era acessível a qualquer um (homens, mulheres, escravos, metecos, crianças). O que Epicuro exigia era abertura de espírito (seria o que chamamos hoje de “dar ouvidos à razão“) para livrar-se dos preconceitos e superstições.

O que leva os moradores do Jardim de Epicuro a se dedicarem por inteiro ao cultivo do fruto delicado da felicidade? O fato que o mundo é movido pelo sofrimento, e que nosso corpo é finito e que nada mais existe após sua morte. Partindo dessa constatação, a ética epicurista tem como objetivo: “ensinar-nos a cuidar de nossa vida como um belo jardim. Justamente por constituir o bem fundamental de que dispomos, a vida merece os melhores cuidados” (Moraes, 1998, p. 12). O Jardim era uma comunidade de amigos reunidos em torno de Epicuro, onde cultivavam uma horta, a amizade e a busca da felicidade pelo prazer como bem supremo.

Guilhermo Fraile, citando o estudioso da historia da filosofia, Alberto Rivaud, diz: “… (o Jardim de Epicuro) era um circulo de amigos, uma espécie de seminário ou de congregação, ou, antes, uma casa de retiro e um sanatório moral. Jovens inquietos ou pessoas maduras, feridas pela vida, iam buscar ali um asilo de paz e de amizade” ( ULLMANN, 1996, p. 76)[2].

A Filosofia

Sua filosofia está associada ao hedonismo (o prazer é o bem supremo) e ao atomismo (tudo que existe é composto de partículas corpóreas indivisíveis). A sabedoria que leva à felicidade é adquirida pelo esforço perseverante (disciplina ética) e não pelo dom natural ou por graça divina. Mas apesar da sabedoria ser acessível a todos, não são todos que a atingirão, pelo contrário, poucos chegarão ao fim. A dedicação à Filosofia, ao pensamento como razão de ser de sua vida, ultrapassa a mera condição humana, é imortalizar-se. Para Epicuro, aquele que se dedica à ética emancipadora não sofrerá perturbação alguma, seja desperto ou seja em sonhos, mas viverá como um deus entre os homens.

A missão da ética é ensinar a evitar e suportar o medo, a dor e o sofrimento. A Filosofia é terapêutica, é curativa, e está disponível a todos. Segundo Epicuro: “assim como realmente a medicina em nada beneficia, se não liberta dos males do corpo, assim também sucede com a filosofia, se não liberta das paixões da alma” (Epicuro, 1973, p. 21).

Para Epicuro, a Filosofia nos proporciona quatro remédios (tetraphármakon):

I. “Quem é feliz e eterno (os deuses) não tem preocupação nem perturba os demais; por isso está isento de impulsos de cólera ou de benevolência, já que tudo isso é próprio de quem tem fraquezas. Não devemos, portanto, ter medo (nem esperar nada) dos deuses, pela simples razão de que, vivendo em eterna satisfação, eles conosco não se preocupam.”

II. “A morte nada é para nós. Com efeito, aquilo que está decomposto e insensível e a insensibilidade é o nada para nós.” (…) “Enquanto estamos presentes, a morte está ausente; quando ela se apresenta, já não mais estamos.”

III. “A intensidade suprema dos prazeres é a máxima redução de todas as dores. O mais delicado alimento de nada nos serviria se não matasse nossa fome. O prazer que seu renascimento nos proporciona será sempre menor do que a supressão do sofrimento que nos causava o estômago vazio. Quem está morrendo de sede prefere sem hesitar um copo de água fresca a um gole do mais precioso licor.”

IV. “A dor não dura ininterruptamente na carne; ao contrário, quando é extrema, ela dura pouco tempo… Salve, evidentemente, se a crueldade dos homens prolongar intencionalmente dores atrozes. A tortura é hedionda não somente por exigir objeta crueldade por parte de quem a aplica, mas também porque os suplícios que inventam visam prolongar a dor de suas vítimas mais além dos limites naturais” (MORAES, 1998, p. 65).

O quádruplo remédio é a resposta às quatro principais causas da infelicidade humana:

  • 1. Temer os deuses.
  • 2. Apavorar-se diante da morte.
  • 3. Escolher mal os objetos de desejo.
  • 4. Angústia diante da dor e do sofrimento.

A terapia filosófica do Jardim nos diz que os dois primeiros remédios vêm do conhecimento de que não são os deuses, e sim os átomos que regem o universo; e a morte é apenas a separação dos átomos que formam o organismo. Quanto ao terceiro e quarto remédio, são éticos, isto é, nos ensinam a lidar com o prazer e com a dor. É importante entender que prazer e dor são resultados da relação do nosso corpo (incluindo a alma) como os objetos que o afetam. E se tudo é composto de átomos, a alma, como o corpo, é mortal. “(…) a doutrina da imortalidade da alma, baseada nas pesquisas biológicas de Aristóteles, tornou-se um dos principais sustentáculos do ensino no Jardim” (Farrigton, 1967, p. 107). Na esteira desse raciocínio, completa Ullmann: “quanto à imortalidade da alma, depois da morte, Epicuro segue a trilha de Leucipo e de Demócrito. Ela é matéria, embora mais sutil” (1996, p. 57). Por isso, para o filósofo do Jardim, é algo fora de proposito cogitar a alma agindo e sentindo fora do corpo.

A Indiferença dos Deuses

Sob o domínio do império macedônico, após a morte de Alexandre, o Grande; a pólis torna-se uma cidade sem cidadãos. A prática religiosa que estava intimamente ligada à vida cívica, desmorona junto com a pólis.

É nesse contexto que algumas pessoas dizem que o Jardim de Epicuro era uma comunidade religiosa, devido às cerimônias que ali ocorriam e ao “culto” à figura do mestre. Tal afirmação só pode ser aceita se pensarmos na religião como aquela sabedoria que religa o ser humano a seus fundamentos e mostra-lhes o melhor caminho na travessia da “floresta negra” da nossa existência.

Também poderíamos ver o Jardim como uma comunidade religiosa, e para isso basta acreditar na existência dos deuses. Nos poucos fragmentos (da canônica, da física e da ética) que nos restou da obra de Epicuro vemos a presença dos deuses. No entanto, como Epicuro os via? Na sua Carta a Menequeu, Epicuro nos mostra a insensatez do povo em ver os deuses como seres que castigam severamente os maus (pecadores, nos termos cristãos) e recompensam os bons, ou seja, a insensatez em acreditar que os deuses interferem nas coisas humanas.

Os deuses são imortais e bem-aventurados, vivem em inabalável ataraxia, desfrutando de um prazer perene. Por isso, segundo Epicuro, devemos tê-los como modelos de felicidade a ser alcançado. Uma questão que incomodou os teólogos cristãos foi como reconciliar a tese da onipotência divina com a existência da dor, do sofrimento e do mal? Jogar a culpa no suposto pecado original ou nos demônios é fugir da questão. Contra a teoria da providencia divina, antecipadamente Epicuro disse:

– “Deus, ou quer impedir os males e não pode, ou pode e não quer, ou não quer nem pode, ou quer e pode.
– Se pode e não quer, é invejoso, o que, do mesmo modo, é contrário a Deus.
– Se nem quer nem pode, é invejoso e impotente: portanto, nem sequer é Deus.
– Se pode e quer, o que é a única coisa compatível com Deus, donde provém então a existência dos males? Por que razão é que não os impede?” (EPICURO, 1973, p. 28).

A filosofia epicurista nos ensina que o mal advém de nossas más escolhas. Os deuses são indiferentes aos homens. Por isso, rezar/orar pela misericórdia divina é insensatez. A exemplo dos deuses devemos nos concentrar na busca do prazer e da felicidade.

O Prazer como Bem Supremo

Deve-se buscar o prazer, pois é nele que suprimimos a dor, o sofrimento. A ética epicurista nos ensina a adotar um modo de vida onde habituamos a buscar os prazeres mais sólidos e a enfrentar o sofrimento e a dor com muita serenidade. Na filosofia epicurista não vemos a dicotomia corpo/alma platônica, pois ambos são compostos de átomos. Ambos são sensíveis ao sofrimento e ao prazer. Por isso, devemos ter em mente que o prazer como bem supremo vem da mais prolongada sensação de bem-estar.

O hedonismo[4] epicurista não deve ser confundido com uma vida de prazeres supérfluos (uso de drogas, má alimentação, exibição de riqueza) que na verdade leva a sofrimentos ulteriores. Viver bem e feliz é ser guiado pela ataraxia. O prazer e a felicidade devem vir do sereno equilíbrio da alma. Para viver bem e não ser perturbado por dores e sofrimentos, é preciso desfrutar das seguintes satisfações, como apreciadas no Jardim: paz de espírito que vem do conhecimento (da Filosofia), a amizade genuína adquirida em uma vida comunal e, o gosto das coisas verdadeiras (naturais e necessárias ao nosso corpo).

Para Epicuro, o homem encontra-se diante de dois tipos de prazer. O primeiro é o que provoca na carne uma excitação violenta e efêmera. Esse tipo de prazer é insaciável e ao qual os homens se dedicam demasiadamente, e é justamente o que leva a posterior insatisfação e dor. “Quando dizemos, então, que o prazer é o fim, não queremos referir-nos aos prazeres dos intemperantes ou aos produzidos pela sensualidade, como creem certos ignorantes, que se encontram em desacordo conosco ou não nos compreendem, mas ao prazer de nos acharmos livres de sofrimento do corpo, de perturbação da alma” (EPICURO, 1973, p. 25).

O segundo tipo são os prazeres advindos de um repouso, como um estado de equilíbrio; das amizades e do culto ao saber. Logo, do que proporciona um corpo sem sofrimento, sem fome, sede e frio. Em um de seus escritos lemos: “E como o prazer é o primeiro e inato bem, é igualmente por este motivo que não escolhemos qualquer prazer; antes, pomos de lado muitos prazeres quando, como resultado deles, sofremos maiores prazeres; e igualmente preferimos muitas dores aos prazeres quando, depois de longamente havermos suportado as dores, gozamos de prazeres maiores” (EPICURO, 1973, p. 25). O prazer deve vir de escolhas que movem nosso modo de vida. E essas escolhas devem ser balizadas pela prudência, a mais importante das virtudes. Para uma vida feliz, prazerosa e agradável, precisamos de sabedoria, justiça, beleza e doçura, isto é, das virtudes; pois são elas que nos guiam na busca pela materialização dos desejos naturais e necessários a nossa sobrevivência. Segundo Epicuro – e seguido à risca pelos seus discípulos -, “de todas as coisas, a primeira e principal é a prudência; de maneira que o mais estimável e precioso da filosofia é esta virtude da qual procedem todas as demais (…) As virtudes são congênitas com a suavidade de vida e a suavidade de vida é inseparável das virtudes” (ULLMANN, 1996, p. 67).

É a prudência, o sóbrio raciocínio que impede homens e mulheres de fazerem escolhas movidas por desejos que em nada contribuem para uma vida genuinamente feliz e prazerosa; como os naturais, mas não necessários, assim como os nem naturais nem necessários. Nas palavras do filósofo do Jardim: “graças sejam rendidas à bem-aventurada natureza que fez com que as coisas necessárias sejam fáceis de alcançar e que as coisas difíceis de alcançar não sejam necessárias” (HADOT, 1999, p. 174).

Quando olhamos para vida comunal entre mestres e discípulos no interior do Jardim, vemos pelo menos cinco prazeres desfrutados entre os amigos. O primeiro deles, sobre o prazer do conhecimento, Epicuro diz: “No exercício da sabedoria (a filosofia), o prazer é equivalente ao conhecimento. Pois não se tem prazer após ter aprendido, mas é simultaneamente que se aprende e que se tem prazer” (HADOT, 1999, p. 184).

Depois vemos o prazer da discussão, do debate, do diálogo, como expresso na carta de Epicuro a Idomeneu: “A essas dores, eu contraponho a alegria da alma que experimenta a lembrança de nossas conversas filosóficas” (HADOT, 1999, p. 185)[3].

Como terceiro prazer, poderíamos colocar a amizade, que no Jardim era vista como meio privilegiado para conseguir a transformação de si mesmo. Epicuro via a aquisição da amizade como algo que nos oferece sabedoria para uma vida feliz. No seguinte aforismo vemos a importância dada à amizade: “Quando a gente não se pode ver mutuamente, nem comunicar-se entre si, nem estar junto, o sentimento do amor em breve se esvai” (ULLMANN, 1996, p. 59). Mesmo Cícero, que sabemos ter sido hostil à doutrina epicurista, disse: “Epicuro diz da amizade que, de todas as coisas que a sabedoria nos proporciona para viver felizes, não há nada superior, mais fecundo, mais agradável que a amizade. E ele não se limitou a declarar isso, mas o confirmou em sua vida, tanto por seus atos como por seus costumes. Na única casa de Epicuro, uma pequena casa, aquele grupo de amigos reunidos por ele, unidos sentimentalmente por aquela conspiração de amor!” (HADOT, 1999, p. 185).

Outro prazer, demasiadamente, cultivado pelos epicuristas é a vida em comunidade. Essa comunidade, o Jardim, apresentou-se revolucionária para época, ao aceitar em seu interior: mulheres, escravos e metecos. Desde que abertos espiritualmente para livrar-se de preconceitos e superstições, todos eram bem-vindos. As mulheres já eram aceitas na academia platônica, porém, no Jardim, além das mulheres casadas, como Temístia (esposa de Leonteus de Lampsaco); as heteras (prostitutas) também eram aceitas, como Leontion (a Leoa), Niquídion, Erótion, Hedeia (a doce), Demélata e Mamárion. Segundo Leon Robin: “os nomes de Leontion e Hedeia recordam que cortesãs ali, no Jardim, procuraram e encontraram a paz do coração” (ULLMANN, 1996, p. 19)

Por fim, o prazer de tomar consciência do que há de maravilhoso na existência. O saber gozar os prazeres do presente. Ter consciência da grandeza e da agradabilidade desses prazeres cultivados. Saber escolher com calma e serenidade e viver em um estado de espírito que nos leva a uma profunda gratidão para com a natureza e a vida que nos ofereceu sem cessar, o prazer e a alegria.

Autor: Leon Dênis

Fonte: Revista Filosofia

*Leon Dênis é formado em Filosofia, professor da rede púbica do estado de São Paulo e autor das obras Educação Vegana: tópicos de direitos animais no ensino médio e Educação e Direitos Animais (ambos pela editora Libra Três).

Notas

[1]Demócrito de Abdera (460 a. C -370 a. C) foi um filósofo pré-socrático, embora tenha sido contemporâneo de Sócrates. Foi um dos formuladores do conceito de atomismo e, bem ao estilo de seu tempo, ocupou-se de várias áreas do conhecimento: Matemática, Epistemologia, Geografia, Astronomia, etc.

[2] – Reinholdo Al oysio Ullmann (1930-2010) nasceu em Cerro Alegre, região de Santa Cruz do Sul (RS). Graduou-se e doutorou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), onde foi professor do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas. Em 2002, recebeu a medalha do Mérito Acadêmico.

[3]Nascido em Paris, Pierre Hadot (1922-2010) foi um filósofo e historiador da filosofia, tendo se dedicado aos estudos de filosofia antiga e neoplatonismo. Entre 1964 e 1986, foi diretor da École des Hautes Études en Sciences Sociales e posteriormente assumiu uma cadeira no Collège de France (ambos na França).

[4] – Hedonismo (Hedoné) envolve quatro significados:

  • prazer físico = ausência de dor (aponía);
  • prazer do espírito = imperturbabilidade da alma (ataraxia);
  • prazer cinético = atividade espiritual;
  • prazer catastemático = tranquilidade (estabilidade emocional).

REFERÊNCIAS

BRUN, Jean. O epicurismo. Lisboa: Edições 70, 1987.

DUVERNOY, J-F. O epicurismo e sua tradição antiga. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.

EPICURO. Antologia de textos. São Paulo: Abril cultural, 1973.

________. Carta sobre a Felicidade. São Paulo: Unesp, 1997.

FARRINGTON, B. A doutrina de Epicuro. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

HADOT, Pierre. O que é filosofia antiga?. São Paulo: Loyola, 1999.

KEITH, S; MESSNER-LOEBS, W. Epicuro – o sábio. São Paulo: Conrad, 2007.

LAÊRTIOS, Diôgenes. Vida e doutrinas dos filósofos ilustres. Brasília: Ed. da UNB, 1987.

MORAES, J. Q. Epicuro: as luzes da ética. São Paulo: Moderna, 1998.

REALE, Giovanni. Filosofia helenística e epicurismo. São Paulo: Loyola, 2011.

SILVA, M. F. Epicuro – sabedoria e jardim. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2003.

SPINELLI, M. Os caminhos de Epicuro. São Paulo, Loyola: 2009.

______. Epicuro e as bases do epicurismo. São Paulo: Paulus, 2013.

ULLMANN, R. A. Epicuro – o filósofo da alegria. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996.

Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, nº 273, jurisdicionada à GLMMG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG e da Academia Mineira Maçônica de Letras. Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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