A Tradição Hermética e a Maçonaria (Parte II)

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Elías Ashmole é também um bom ponto de confluência entre o Hermetismo e a Maçonaria. Este extraordinário personagem, nascido em Lichfield, Inglaterra, em 1617, parece ter desempenhado um papel importante na transição entre a antiga Maçonaria, anterior a Anderson-Desaguliers, e sua projeção histórica posterior, encaminhada para resgatar a maior parte da mensagem espiritual-intelectual, ou seja, gnóstica (no sentido etimológico do termo), das autênticas organizações iniciáticas, entre elas a Maçonaria e a Ordem da Jarreteira. Foi recebido na loja maçônica de Warrington em 16-10-1646, embora segundo seu diário, só foi à sua segunda sessão muitos anos depois, somente. Entretanto, não deve nos chamar a atenção este comportamento numa individualidade como a sua, produto do ambiente da época, onde o culto do segredo e do mistério era habitual por razões óbvias de segurança e de prudência. Em 1650 publica seu Fasciculus Chemicus sob o nome anagramático de James Hasolle; trata-se da tradução de textos latinos de Alquimia (entre eles o de Jean d’Espagnet), com sua introdução. Em 1652 edita o Theatrum Chemicum Britannicum, uma coleção de textos alquímicos ingleses em verso, que reúne muitas das mais importantes peças produzidas nesse país, e seis anos depois The Way to Bliss, ao mesmo tempo em que trabalha em buscas documentais literárias como historiador, e desenvolve sua atividade de antiquário reunindo num museu toda espécie de “curiosidades” e “raridades” relacionadas com a arqueologia e com a etnologia, como igualmente coleções de História Natural, inclusive todo tipo de espécies minerais, botânicas e zoológicas. Na realidade, este último foi o objetivo científico do museu (onde inclusive se realizaram os primeiros experimentos químicos na Inglaterra), que hoje é visitado em suas magníficas instalações de Oxford, mais como Museu de Arte que como instituição precursora da ciência e auxiliar da Universidade. A vida de Ashmole esteve muito unida à de Oxford, e os recursos de suas doações de objetos e manuscritos à instituição de seu nome (onde também se encontram seus jornais redigidos num sistema cifrado e que contêm numerosas notas sobre a Maçonaria)[11] foram muito importantes para essa cidade, dado seu prestígio universitário. Em Oxford, e também em Londres, Ashmole teve um destacadíssimo papel; filho de sua época, entregou-se à ciência natural e experimental como uma forma da magia das transmutações, tal como numerosos filósofos herméticos. Nesse sentido tratou com Astrólogos, Alquimistas, Matemáticos e todos os tipos de sábios e dignatários da época, junto com os quais formará a Royal Society de Londres e a Philosophical Society de Oxford. Seus numerosos amigos e companheiros de toda uma vida são nomes de muitíssimo relevo, muitos deles ligados à Maçonaria em seus mais altos graus, como Christopher Wren, ou à investigação e exercício das Artes liberais e da Ciência Sagrada, que formaram um conjunto de personalidades de um papel fundamental em seu tempo, concretamente na difusão e prática da Tradição Hermética e na relação desta com a Maçonaria. Como disse René Guénon ao referir-se ao papel de Ashmole: “Pensamos, inclusive, que se buscou no século XVII, reconstituir a este respeito uma tradição da qual uma grande parte já se perdeu”. Neste extraordinário trabalho brilha o nome do E. Ashmole em dois aspectos: como um dos reconstrutores da Maçonaria quanto à relação desta com as ordens da Cavalaria e as corporações de construtores, e igualmente como ponto de confluência com a Tradição Hermética. O mesmo Ashmole se chamava filho de Mercúrio (Mercuriophilus Anglicus), e sua obra mais importante, a já mencionada The Way to Bliss, 1658, recolhe seus estudos em Filosofia Hermética, conforme indica em sua introdução ao leitor.

Deste modo deve ser destacado que alguns autores fazem muita questão sobre certos temas relacionados com o catolicismo e com o protestantismo no processo de passagem da Maçonaria operativa à especulativa. De fato, acostumou-se a simplificar o assunto dizendo que as corporações operativas eram católicas e as especulativas, posteriores, protestantes. Certamente que, do ponto de vista histórico, estes fatos podem ser mais ou menos “reais”, pois a Ordem, como toda instituição, está sujeita a determinados vai-e-vens cíclicos que têm manifestações sociais, políticas, econômicas, etc. Mas do ponto de vista da Maçonaria como organização iniciática, ela não está sujeita ao devir, motivo pelo qual subsistirá até que finalize o ciclo[12]. Na realidade, a Tradição Hermética (e Hermes mesmo) sofreu inumeráveis adaptações através do tempo, embora jamais deixou de se expressar; e é óbvio que esta Tradição, como os fundamentos da Maçonaria, identificada com a Ciência de Construir, é anterior ao Cristianismo, embora tenha convivido com ele durante vinte séculos, e até produziu hermetistas cristãos e cristãos herméticos (entre estes últimos, dignitários do mais alto nível, papas inclusive), o que não impede que essa Tradição tenha antecedentes claramente pagãos, relacionados com as escolas de mistérios, ou como hoje se as denomina, religiões mistéricas; portanto, poder-se-ia asseverar que o hermetismo tem uma vertente pagã e outra cristã. Neste sentido, devemos esclarecer que a palavra pagão soa a nossos ouvidos acostumados ao mais superficial das religiões abraâmicas a maldito, ilegal, bastardo, ou pelo menos a um nebuloso pecado. Também a ignorância atribuída ao atraso de povos que se desconhecem, e que nem sequer interessam. É costumeiro o entendimento do pagão como algo renhido com a opinião civilizada, extremamente primitivo, ou que está contrário ao cristianismo, ou à religião, e portanto fora de toda ordem. Em suma, o paganismo está eliminado previamente, por censura interior, como algo um pouco repugnante, antes de que nos inteiremos que, na realidade, só se trata da sabedoria de indefinidos povos tradicionais que povoaram este mundo antes e durante os só vinte séculos que caracterizam à chamada Civilização contemporânea[13].

Supomos que desde este último ponto de vista, quase oficialmente ecumênico, não há nada injurioso em compartilhar o pensamento pagão, como bem o viram dos Pais da Igreja até numerosos sábios, sacerdotes e pastores contemporâneos[14].

Na verdade para o Hermetismo, anterior historicamente ao Cristianismo, existe uma Cosmogonia Perene, manifestada por sua filosofia e seus escritos, como para o maçom religioso ou não o está em seus símbolos e ritos.

A respeito da relação entre os Franco-maçons e as corporações de construtores e artesãos existem três grandes testemunhos bastante citados como fontes documentais sobre a prática da construção na idade Média[15]. Nicolá Coldstream as recolhe em seu livro sobre os artesanatos na Idade Média[16], onde rechaça a ideia da filiação “fantasmal” da Franco-maçonaria com os construtores e artesãos medievais, (sua simples tese é que os maçons eram operários e não pessoas de gabinete) embora paradoxalmente seu estudo o confirma de diferentes maneiras; assim nos diz referindo-se ao tema:

“Trata-se do documento, redigido pelo abade Suger, que relata a construção do novo coro da abadia de Saint-Denis; do manuscrito, datado cerca 1200, do monge Gervais do Canterbury, sobre o incêndio e a reparação da catedral de Canterbury, e do Album de Villard de Honnecourt, conjunto de desenhos e de planos de edifícios, molduras e tornos elevadores. Dos três, o texto do Suger nos informa mais sobre o homem e da decoração de sua igreja que sobre o edifício, embora faça, de passagem, algumas alusões preciosas sobre sua construção. O exame atento do Album de Villard de Honnecourt nos permite duvidar seriamente de que este tenha construído alguma vez Igrejas e de que tenha tido algum conhecimento de arquitetura; quanto a seus desenhos, embora sejam interessantes, não seriam entretanto os de um arquiteto ou os da oficina de um maçom. O texto de Gervais, pelo contrário, é o único documento medieval que descreve uma equipe de maçons trabalhando; proporciona numerosas informações sobre a prática dos maçons e alguns métodos de construção.”

Interessa-nos especialmente a referência ao Album de Villard de Honnecourt. Efetivamente, não é a primeira vez que se destacam certas características sobre o fato de que este caderno não é um manual de tecnologia aplicada, senão completamente outra coisa, muito mais ligada com as propostas da Filosofia Hermética que se anotam para uso dos mestres de obras[17]. E o fato de que exista um documento deste tipo (mais de gabinete que outra coisa) é uma prova de que a especulação sobre o simbolismo e a linguagem hermética em sua versão cristã já tinham cultores a princípios do século XIII, que vê nascer, entre outras, as catedrais de Chartres e de Reims.

Muito se tem escrito sobre este tema e fica aberto o debate; o investigador tirará suas próprias conclusões, mas não poderá ignorar a Tradição oral, e sua filiação universal com o Simbolismo Construtivo, que tanto pode manifestar-se no Extremo Oriente, como no Egito ou na América Central; nos “collegia fabrorum” romanos, ou nas corporações medievais, às quais se acostumaram considerar fazendo abstração de qualquer referência iniciática ou ligada aos Franco-maçons como fechadas e ao mesmo tempo depositárias de conhecimentos relativos ao “ofício”, que se transmitiam por símbolos e termos de uma linguagem cifrada.

Não obstante deve-se fazer a ressalva de que a influência da Filosofia Hermética, por um lado, e por outro a das corporações de construtores cristãos (e algumas mais já mencionadas como a da Ordem do Templo), é desigual nos distintos Ritos, onde sobre um fundo comum, observam-se algumas filiações inclinadas para um ou outro aspecto. Não podemos tratar aqui o complexo e extensíssimo assunto da diversidade dos Ritos maçônicos, mas podemos assinalar sua existência, e igualmente a de distintos aspectos da Ciência Sagrada que provocam em alguns maior ou menor simpatia. Já que, sendo uma só a Maçonaria, como é uma só a Construção Cósmica, e portanto o Simbolismo Construtivo, as interpenetrações de diferentes influências, suas oposições e conjunções, formam parte do jogo de desequilíbrios e adaptações às quais se vê exposto o legado maçônico, veiculado pela civilização judaico-cristã. Isto foi assim também no passado e explica a passagem da Maçonaria operativa à especulativa, como já dissemos, fato que foi gradual, ao extremo que certas lojas maçônicas “operativas” (anteriores a 1717) tinham elementos “especulativos” e que muitas lojas maçônicas “especulativas” (atuais), são propriamente operativas. Inclusive há documentos que testemunham a coexistência de ambas, tema que foi expressamente mencionado por distintos autores Maçonaria de transição[18].

Efetivamente, depois da publicação das “Constituições de Anderson”, um grupo muito numeroso de maçons, escoceses, irlandeses e de outros lugares da Inglaterra, decidem desvincular-se da Grande Loja fundada em Londres (e que começou com só quatro lojas maçônicas), sendo em parte suas diferenças relativas a certas alterações de sentido, inclusive ritualísticos, das que não são alheias as distinções religiosas, e inclusive criaram uma espécie de Federação da Antiga Maçonaria, a qual depois de umas dezenas de anos começará novamente a ter relações com os ingleses, mas mantendo seus pontos de vista tradicionais mais relacionados com o operativo ou iniciático que com o especulativo ou alegórico; a isto devem-se somar problemas de sucessão ao trono da Inglaterra, pretendido pelo escocês e católico Jaime, que contava com muitos partidários, não só nas ilhas mas também em todo o continente[19].

Em todo caso esta situação da diversidade de Ritos se reproduz nos distintos graus, que variam em número, nome e condição, segundo as diferentes forma maçônicas. Este tema é de interesse, mas se nos parece prioritário recordar que esses graus (seja em número de três, sete, nove, ou mais,) representam etapas no Processo de Conhecimento, ou Iniciação, e que essas passagens ou estados na Maçonaria são sintetizados e designados com os nomes de Aprendiz, Companheiro e Mestre, em correspondência com os três mundos: físico, psíquico e espiritual. Estes três grandes graus contêm sinteticamente em si todos os graus, que a maior parte das vezes não são senão especificações ou prolongações deles. Mas está claro que a divisão é hierárquica e se efetua dentro de uma ordem ritual que corresponde simbolicamente a estas etapas na Iniciação ou Via do Conhecimento. Ainda assim, não há um poder central que agrupe toda a Maçonaria, apesar de que haja Grandes Lojas muito poderosas, com um passado tradicional, e as diferentes Obediências e Ritos mantêm uma atitude de mútuo respeito, já que são vergônteas de uma árvore comum.

Esta espécie de independência, se assim é possível dizer, também é clara em cada loja maçônica, onde se efetivam ou não os símbolos, e se praticam ou não os ritos prescritos. A Unidade maçônica se produz fundamentalmente na Oficina, projeção do Cosmo, com liberdade da Obediência à qual esta pertence.

Resta-nos mencionar que estes três graus formam o que se chama a Maçonaria Azul ou Simbólica. Acima deles se encontram os Altos Graus, sistema de hierarquias que não é considerado em certas Obediências nem aceito por determinados Ritos. Cabe saber também que, ao passar de um grau a outro, apenas se inicia a realizar o grau obtido; assim ao receber um Companheiro o grau de Mestre, é que começa a iniciação nesse grau. Deste modo que os graus são permanentes e jamais se perdem os adquiridos em uma carreira maçônica normal.

Continua…

Autor: Federico Gonzalez
Tradução: Igor Silva

Notas

[11] – “The few notes on his conexion with Freemasonry which Ashmole has left are landmarks in the sparsely documented history of the craft in the seventeenth century”. C. H. Josten, Elias Ashmole. Ashmolean Museum and Museum of The History of Sciences, Oxford 1985. Estes diários foram publicados sob o título: Elias Ashmole, His Autobiographical and Historical Notes, his Correspondence and other Contemporary Sources relating to his life and Work. Introd. C. H. Josten, 5 vol. Deny, 1967.

[12] – De acordo às mudanças que demandam os ciclos e os ritmos, às quais não se pode subtrair nenhuma Tradição ou Organização, por iniciática que seja, e que marcam as diferentes fases e formas em que se expressa a Cosmogonia Perene, e portanto também assinalam as adaptações históricas à mesma.

[13] – Segundo Geoffrey de Monmouth em “História dos Reis da Britania” (1135-39), uma das primeiras crônicas escritas sobre a História da Inglaterra, os ilhéus procedem dos troianos que chegaram a suas costas, passando antes pela França, vindos da Grécia, onde permaneciam os descendentes dos que sobreviveram à famosa guerra.

[14] – Algo análogo quanto suspeita de herético, defeituoso, ou falso, acontece com os sistemas, ou religiões, do Oriente. Com a condição de que estas últimas gozam nos meios ocidentais de um maior prestígio generalizado, embora estes às vezes não conseguem evitar o desdém, ou a fobia, pelo fato de serem politeístas, outro termo que em boca de alguns pareceria ser um insulto.

[15] – É óbvio o crescimento da Maçonaria com o nascimento dos burgos e a cultura das cidades, que sempre necessitaram construtores para sua efetivação, pelo que não é difícil inferir que muitas cidades mais ou menos importantes da Europa, assim como a construção de castelos, fortificações, conventos e palácios, foram realizadas por arquitetos, diretores de obra e pedreiros maçons, sem contar os carpinteiros e marceneiros, vitralistas, escultores e pintores, todos eles iniciados nos segredos de seu ofício. Isto se observa claramente na época moderna (e tem que ver também com a passagem do operativo ao especulativo), em relação com o incêndio da cidade de Londres que incluiu a catedral de S. Paulo e que teve que ser totalmente reconstruída por mão-de-obra especializada dirigida pelo arquiteto Christopher Wren, maçom de alta hierarquia na Ordem e de reconhecido renome, que efetuou este gigantesco trabalho no menor tempo possível. O incêndio de Londres é um tema fundamental na história da Inglaterra e na Maçonaria em geral. Sua reconstrução, efetuada por maçons, é um símbolo cíclico relacionado com a perenidade da Ciência Sagrada que, manifestando-se em qualquer parte, expressou-se em uma cidade tão mágica, como é o caso da capital inglesa.

[16]Medieval Craftsmen, Masons and Sculptors. British Museum, 1991.

[17] – Cf. Villard de Honnecourt, Cuaderno, siglo XIII. Apresentado e comentado por Alain Erlande-Brandenburg, Régine Pernoud, Jean Gimpel, Roland Bechman. Ed. Akal, Madrid 1991.

[18] – É importante fazer constar, dos começos, a presença de militares em todas as lojas maçônicas. Isto chegou a ser tão comum que, inclusive, algumas delas foram exclusivamente militares, tanto as que se organizaram em bases militares, como as que funcionavam em navios, seja em alto mar ou em portos.

[19] – Como se sabe, uma corrente numerosa de maçons liga especialmente com a Origem Templária, Escocesa e Jacobita da Ordem, para a qual exibem numerosos testemunhos e fatos muito prováveis. Isso sem que esta corrente negue a herança Pitagórica, Hermética e Platônica, e tampouco a das corporações de construtores, dos Rosacruzes e a influência judaica dada pelo mito de Hiram e a construção do Templo de Salomão. Michael Baigent e Richard Leigh, em seu livro The Temple and the Lodge (Londres 1989) apoiando a validade desta origem que desenvolvem em sua obra desde a Idade Média ao século XVIII afirmam: pág. 187, “Ela [a Maçonaria] tinha suas raízes em famílias e associações vinculadas pelo antigo juramento de fidelidade aos Stuarts e à monarquia Stuart. (…) Jaime I, um rei escocês que era ele mesmo maçom.” Na obra de Robert Kirk, The Secret Common-Wealth, (“La Comunidad Secreta”. Madrid, Siruela 1993) escrita em 1692, a respeito de “Os costumes mais notáveis do Povo da Escócia”, este erudito historiador do mais antigo “folclore” escocês e da cultura celta, anota no parágrafo “Singularidades da Escócia”, e como característica desse reino a: “A palavra maçônica, da qual, embora alguns haja que façam mistério dela, não ocultarei o pouco que sei. É como uma tradição rabínica, como comentário relacionado a Jakín e Boaz, as duas colunas eretas do Templo do Salomão, à qual vem se acrescentar algum sinal secreto, que passa de  mão em mão, graças ao qual eles se reconhecem e familiarizam entre si.”

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, nº 273, jurisdicionada à GLMMG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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