A Origem da Maçonaria

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Na elaboração do presente estudo pretendemos, nos limites da história, demonstrar a influência da Maçonaria operativa em seus aspectos de natureza filosófica, moral e cultural em diversas sociedades. Colocando esta ordem em seu verdadeiro papel quanto à participação em fatos históricos, estabelecendo uma conexão mais precisa, consultamos obras de vários autores que se debruçaram sobre o tema de forma mais concreta. Desde a formação das corporações de ofício com o envolvimento dos obreiros na construção de monumentos civis e religiosos, em todo o processo de transformação da pedra bruta em arte numa conotação espiritual, mas também no aprimoramento das vivências, quer no plano individual, quer no âmbito comunitário, a Maçonaria deixou marcas significativas de sua presença. Com a diminuição das grandes construções decorrentes das várias catástrofes que assolaram a Europa, citando como exemplo a peste negra e as guerras religiosas, afetando a economia, com implicações diretas sobre esses trabalhadores que, para sobreviverem tiveram que procurar outras atividades, num prenúncio de novos tempos.

A Maçonaria Operativa

Muitas são as teorias referentes à origem da Maçonaria, descritas em inúmeras narrativas que apontam a participação de membros dessa sociedade em acontecimentos que contribuíram com a cultura e o estabelecimento da fé cristã em diversas épocas e partes do mundo.

Frequentemente descrita como uma das mais fechadas ordens secretas que a faz ser coberta por uma aura misteriosa, envolvendo lendas fantásticas, relatos bíblicos e tradições que remontam a antigas civilizações, despertam na fértil imaginação de alguns escritores exageros e absurdos que fomentam a indústria do mistério que, por falta de consistência, acabam lançando dúvidas aos fatos históricos.

Entretanto, outros tantos vêem nessas antigas lendas ligadas a tradição simplesmente como uma forma alegórica de ensino, na exaltação aos preceitos morais e às virtudes contidas nas antigas fábulas medievais.

Deixando de lado as procedências que não são efetivamente comprovadas ou fantasiosas, analisando todo o material histórico concernente que nos distancia das suposições, procuramos fundamentar essa pesquisa em documentos coerentes, considerados de real importância para o estudo que ora pretendemos seguir.

Nicola Aslan, eminente escritor maçônico nos diz:

Em que pese à inconformidade de alguns poucos escritores e de muitos oradores em situar a Maçonaria dentro da realidade histórica, por desconhecerem por completo os gigantescos progressos realizados nos estudos, nas pesquisas e nas descobertas no terreno documental, nem por isso deixa de existir atualmente uma crítica histórica que permite vislumbrar a verdade. Eliminados os ouropéis e as fantasias que ocultavam a realidade, surge uma Instituição Maçônica mais singela e mais despretensiosa, porém mais verdadeira, mais lógica, mais humana e principalmente, mais histórica. (ASLAN, Nicola. Evolução Histórica e Missão da Maçonaria. Engenho e Arte Almanaque Maçônico 2010, Rio de Janeiro, p. 70-71, 2010.)

Origens

Deste modo, recorrendo às publicações documentais, a origem da Maçonaria se torna aceitável pelos historiadores como ordem estabelecida em seus primórdios na Europa durante o período da Idade Média, possibilitando o rastreamento das práticas dessas corporações a partir do século XIII.

Estatutos com normas de conduta ligadas aos padrões éticos e profissionais, realçadas com preceitos cristãos, foram editados diante da aquisição cada vez mais crescente de obreiros e na diversidade de trabalhos executados na construção dos edifícios religiosos, visando um funcionamento de caráter efetivo e produtivo nas várias etapas.

Na concepção da época, esse tipo de trabalho era considerado sagrado, estavam transformando a matéria bruta para a glória de Deus e o ato da modelagem da pedra, refletia a sua própria mudança interior.

À medida que a construção se desenvolvia, o terreno outrora vazio, deixava de ser uma terra profana, convertendo-se em um lugar sagrado em que todos podiam se reunir sem distinções.

O sentimento religioso aliado as regras da Geometria considerada uma arte sagrada, se expressará através de uma representação de Deus como o Grande Arquiteto do Universo. A imagem divina representada com um compasso nas mãos, símbolo dos construtores, aparecendo em muitos templos medievais, consolidada através dos séculos, passará a ser um símbolo da Maçonaria (MUSQUERA, 2010, p.77).

A Carta De Bolonha

O “Statutaet Ordinamenta Societatis Magistrorum Tapia et Lignamiis” também conhecida com a “Carta de Bolonha”, segundo especialistas voltados para a História da Maçonaria, trata-se do mais antigo documento que descreve os estatutos e as atividades das antigas corporações de ofício registradas durante o período medieval.

Redigido originalmente em latim por um escrivão público, datada do dia 08 de agosto de 1248 e sob as ordens de Bonifacii Di Cario, prefeito de Bolonha à época, o manuscrito encontra-se atualmente conservado e sob a guarda do Arquivo do Estado de Bolonha, Itália.

Os estatutos correspondentes a “Carta de Bolonha” estão integrados por documentos datados de 1254 e 1256 e publicados nos anos 1262, 1335 e 1336, que vêm sendo reproduzidos integralmente com fotografias do original, constando da obra intitulada “In Bologna Arte E Società Dalle Origini Al Secolo XVIII” pelo “Collegio Dei Construttori Edili Di Bologna”, conferida a autenticidade desses registros e a importância que merecem, foi publicado em 1981 e encontra-se atualmente fora de catálogo.

Padre Ferrer Benimeli, conhecido historiador espanhol especializado em Maçonaria, em seu comentário sobre a “Carta de Bolonha” afirma que:

Tanto pelo aspecto jurídico, quanto pelo simbólico e representativo, o Estatuto de Bolonha de 1248 com seus documentos anexos nos coloca em contato com uma experiência construtiva que não foi conhecida e que interessa à moderna historiografia internacional, sobretudo da Maçonaria, porque se situa, pela sua cronologia e importância, até agora não conhecida, à altura do manuscrito britânico “Poema Regius”, do qual é muito anterior e que até hoje tem sido considerada a obra mais antiga e importante.

Poema Régius

Conhecido também como o “Manuscrito Halliwell”, foi descoberto em 1839 que, segundo especialistas, apesar de ser copiado de documentos mais antigos, sua origem remonta à década de 1390. Segundo o historiador maçônico Willem Begemann é desconhecida a autoria, mas sua procedência é de Worcester, cidade inglesa fundada em 407 DC.

Com o título original em latim “Hic Incipiunt Constitutiones Artis Geometriae Secundum Euclidem”, que significa “Aqui estão os princípios das Constituições da Arte da Geometria de Euclides”, foi posteriormente traduzido para o inglês e publicado em formato de brochura no ano de 1840 com o título de “On The Introduction Of Free In To England”.

Composto por estrofes e versos, descreve os deveres morais dos obreiros, a utilização da Geometria nas práticas do ofício da arte de construir e tem como objetivo principal transmitir as normas, regulamentos ou estatutos dos ofícios e da corporação.

O documento original está protegido na Biblioteca Britânica e faz parte da Coleção Real de Manuscritos.

Manuscrito Cooke

O Manuscrito Cooke foi apresentado em 1721 por George Payne e encontra-se arquivado atualmente no Museu Britânico, trata de uma das mais antigas obrigações dos maçons operativos datando do ano de 1400.

Os documentos relacionados e remontando a muitos séculos nos indica como fonte, o surgimento na Europa das guildas ou corporações de ofício, em que trabalhadores denominados franco maçons se reuniam em agremiações também denominadas lojas, motivados por interesses e pelo próprio ofício que exerciam.

Segundo a Enciclopédia Maçônica a palavra loja:

Este nome é derivado das antigas corporações de construtores da Idade Média que erguiam as soberbas catedrais e que ainda causam admiração no mundo. Os membros dessas corporações se reuniam em uma pequena casa chamada loja. (CAPARELLI, 2008 p.161)

O termo medieval franco-maçom significa “pedreiro livre” ou ainda “aquele que trabalhava com a pedra franca”, um tipo de arenito que se podia desbastar com seus instrumentos simples, moldando os blocos, sem deixar falhas, caracterizando uma extrema precisão, acabamento e uma estética incomum nas obras que lhes eram confiadas.

Dentre as várias corporações de artes e ofícios da Idade Média, numa época em que predominava o Regime Feudal, em todo Continente Europeu destacaram-se os francos maçons.

Considerados hábeis construtores e por trabalharem para uma classe privilegiada; eram beneficiados com a isenção de taxas e servidão, gozando de imunidades, podiam se deslocar para diversos pontos que eram requisitados, exercendo suas atividades com liberdade.

Estas prerrogativas fortalecerão essas corporações, possibilitando o desenvolvimento da arte de construir, colocando os ensinamentos da Geometria em prática, princípios que nortearão as suas obras e cujo conhecimento era restrito aos mestres construtores.

William Preston, em suas preleções ao final do século XVIII, reflete esta ideia de que a Maçonaria e a Geometria são a mesma coisa. Em seus questionamentos, após estabelecer que o candidato foi aprovado graças a Geometria, prossegue dizendo o porquê:

Originalmente, a Maçonaria e a Geometria devem ter sido palavras sinônimas ao serem incluídas nas ciências em geral. Porém, com o progresso da civilização e com o avanço do conhecimento, a Geometria ficou limitada a certa parte da ciência, embora ainda considerada igualmente essencial a todas elas, e um símbolo do conhecimento. (DYER, 2006 p.13)

Visando um determinado padrão profissional o ingresso na guilda obedecia a determinados critérios e como quesito principal a escolha recaía sobre aqueles que eram livres, de bons costumes e livres dos vícios, além dos conhecimentos que deveria possuir ou que estaria submetido durante o aprendizado nesses ofícios. O exercício do companheirismo, regras de conduta, disciplina e respeito à hierarquia deveriam ser observadas por todos os envolvidos nos trabalhos de arte da cantaria, cabendo ao mestre construtor o cumprimento dessas normas. A fiel observância desses preceitos influenciará com um forte significado na estrutura sócio-administrativa que, no decorrer do tempo contribuirá de uma forma expressiva para que os componentes dessas guildas fossem os mais afamados e requisitados durante a Idade Média.

Por toda parte do Velho Continente multiplicavam-se as obras primas arquitetônicas, sob a direção dessas corporações medievais.

Dentre tantas corporações de ofício existentes, esta possuía ramificações por toda a Europa. O entrelaçamento de diversas culturas visava o aperfeiçoamento profissional e na perfeição nas obras executadas mediante a troca de informações entre eles dos segredos da arte de construir.

Como um meio de salvaguardarem seus conhecimentos, afastavam intrusos, guardando entre si, sinais, toques e palavras de passe que permitia de imediato o reconhecimento entre irmãos em todos os lugares em que estivessem exercendo os seus ofícios, apesar das diferenças linguísticas.

Em ofícios, tais como o de construtor em pedra, em que um determinado padrão profissional era necessário,alguns outros meios de identificação foram colocados em prática. Isso precisava ter caráter secreto, uma vez que ele representava uma chave de imediato acesso a um privilégio. (DYER, 2006, p.26)

Arquitetura Religiosa

As marcas de um registro no tempo em que a arquitetura religiosa atingiu o seu esplendor, com a construção de grandes basílicas e monastérios, monumentos civis, das construções de pontes, mudanças trazendo “a modernidade das cidades” com habitações de pedra e suas fachadas ornadas com intrínsecos símbolos esculpidos com delicado primor identificando os seus moradores.

Contando com a simpatia e proteção da nobreza, era considerada a arte real e pela igreja cristã a arte sagrada pelo empenho desses obreiros na construção de magníficos templos para os cultos para adoração a Deus.

Gravados na rigidez da pedra guardam em todo conjunto arquitetônico conhecimentos profundos da conjunção da natureza, do homem e de Deus como princípio gerador de tudo que existe.

Transmitindo a vívida impressão que, foram construídos por uma profunda inspiração de um ideal, motivados pela liberdade de criação. A arte que se desenvolve, revelando em detalhes pelo seu traçado, um grau singular do pensamento e da habilidade humana, concentrando conceitos iconográficos secretos, ocultos de cerimônias ritualísticas ancestrais que as imposições eclesiásticas não conseguiram apagar com os seus credos e dogmas.

A herança dos mestres construtores esculpidas na pedra guarda representações de interpretações de diversas leituras observadas nos diversos monumentos religiosos ou civis.

A iconografia inserida na arquitetura medieval cumpre a dupla função estética e didática: Imagens portadoras de mensagens divinas representando a beleza dos mundos celestiais e supra terrenos, mas também de natureza moral exaltando as virtudes.

Os Vitrais

Complementando a imponência dessas construções, vitrais foram introduzidos nos vãos das paredes, permitindo a passagem da luz, amenizando a escuridão reinante no interior dos templos, tornando esses locais de adoração menos sombrios.

As passagens e a representação de personagens compostas nesses vitrais por inúmeros pedaços de cristal, personificando o simbolismo cristão, possibilitavam a leitura direta dos acontecimentos bíblicos tornando-se acessíveis tanto aos doutos, quanto aos iletrados daquele período, levando ao observador um estado contemplativo de uma verdade transcendente.

Formas enfáticas e expressivas de um estilo de vida rígido, disciplinar, imposto mediante a libertação de tudo que é terreno, com a promessa da bem-aventurança, amenizando as aspirações e possíveis revoltas das populações carentes.

Sob um controle doutrinário a iconografia terá um papel fundamental, marcadas por utopias contidas nos credos religiosos em suas alegorias, símbolos e rituais, apresentando em uma linguagem menos codificada significados de projeção de interesses e medos coletivos, atraindo-os para o mesmo objetivo, modelando condutas.

A representação iconográfica de cenas religiosas nos dá mostra de um indicativo dos fundamentos da fé, influenciando de uma forma significativa o pensamento dos fiéis, transpondo o período medieval e se perpetuando através dos séculos.

Nessa tendência e à expressão iconográfica, o sagrado é sempre exposto em preeminência, há uma necessidade de dar forma as representações divinas, de materializar os dogmas religiosos dispostos nesses vitrais.

O cotidiano da cristandade medieval é, em todos os aspectos permeados por imagens religiosas, estabelecendo um vínculo constante relacionado à fé e os dogmas estabelecidos.

As emoções e os sentimentos religiosos transformam-se em exposições coloridas e profusas, reverenciando o inexprimível sob a forma de símbolos visíveis nessas imagens religiosas, facilitando a compreensão dos mistérios diante dos olhos dos fiéis.

No espírito medieval os sentimentos mais puros foram absorvidos e repassados pelo Cristianismo através da concepção artística, formando uma visão devota de uma espantosa propagação da fé.

Dentro de um contexto místico-espiritual legado pelos antigos irmãos operativos, as catedrais de Chartres e de Notre-Dame de Paris construídas na Idade Média, representam a grandiosidade da Perfeição Divina e que causam profunda comoção a tantos fiéis nos dias atuais.

Ninguém melhor do que René Guenon para definir de maneira sucinta e precisa o significado do símbolo:

“[…] expressão sensível de uma ideia”; quer dizer, por meio dele, a ideia contida se faz compreensível. (MUSQUERA, 2010, p.31).

Por sua vez, o grande pesquisador romeno Mircea Eliade, em seu Tratado de História das Religiões indica o seguinte:

“Se o Todo pode ser apreciado em um fragmento, é porque cada fragmento repete o Todo”. (MUSQUERA, 2010, p.31).

Conclusões

O estilo arquitetônico presente nas diversas e magníficas catedrais construídas durante a Idade Média, em diversas regiões da Europa, nos dá mostras sensíveis de um refinamento e de um inigualável conhecimento da Geometria que as antigas corporações de ofício empregavam nessas construções.

Os estilos góticos e românicos desenvolvidos na arte da cantaria pelos francos maçons operativos provocaram uma ruptura com a antiga tradição Greco-Romana que pelas linhas arquitetônicas era considerada como a mais bela expressão da arte no mundo antigo.

Os obreiros dessas corporações portadores de um sistema rígido e disciplinar em suas condutas, condizentes com os seus estatutos eram fiéis seguidores da tradição judaico-cristã, elegiam como patrono de suas guildas, os santos de suas devoções.

Essas prerrogativas associadas ao elevado conhecimento que possuíam na arte de construir, farão que sejam os mais afamados e os mais requisitados, cabendo a eles a magnitude e o estilo peculiar dos monumentos religiosos edificados. Desta forma, os templos construídos, darão suporte a uma dimensão tanto secular, como espiritual do poder da Igreja.

Os espaços sagrados agiram como um núcleo socializante em que os diversos segmentos da sociedade, podiam se reunir sem constrangimentos e sendo ainda considerados como principais incentivadores do desenvolvimento das cidades, motivados pelo florescente comercio que se instalava nos arredores.

O declínio dessas corporações de ofício estará ligado às grandes catástrofes e as crises econômicas que assolaram a Europa no período medieval. Com o advento da Modernidade uma nova era terá início, modificações foram introduzidas na antiga ordem baseadas no progresso e pelo uso da razão, porém sem afetar os seus princípios basilares.

Mantida a antiga tradição herdada dos irmãos operativos, através dos estatutos e observâncias, a lembrança da Antiga Ordem estará sempre presente nas instruções e nas cerimônias magnas nas Lojas.

Autor: Diamantino Lois Blanco

Fonte: Revista Fraternitas in Praxis

Referências Bibliográficas

ASLAN, Nicola. Evolução Histórica e Missão da Maçonaria. Engenho e Arte Almanaque Maçônico, Rio de Janeiro, 2010, p. 70-71. CAPARELLI, David. Enciclopédia Maçônica. São Paulo: Madras, 2008. p. 161 COSTA, Wagner Veneziani. Maçonaria: Escola de Misté- rios: a antiga tradição e seus símbolos. São Paulo: Madras, 2006. DYER, Colin F. W. O Simbolismo na Maçonaria. São Paulo: Madras, 2006. MUSQUERA, Xavier. As Chaves e a Simbologia na Maçonaria-Ocultismo Medieval. São Paulo: Madras, 2010.

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, nº 273, jurisdicionada à GLMMG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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