Organização, Preceitos e Elementos da Cultura Maçônica: fundamentos para a introdução aos estudos da maçonaria – Parte II

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A maçonaria e sua linguagem simbólica

Diferentemente de outras organizações sociais, não há na maçonaria um conjunto de escritos que contenham e traduzam todos os seus preceitos, filosofias, normas e ritos. Embora a Constituição de Anderson seja ainda uma referência para a maçonaria e seus estudiosos, a simplicidade e a objetividade de seu texto não lhe permitem esgotar toda a riqueza da cultura maçônica. De fato, o cerne da filosofia maçônica vem sendo transmitido e perpetuado entre as gerações por meio de uma linguagem não textual, mas, sim, simbólica, baseada em mitos, rituais e alegorias. Esta linguagem simbólica constituiu-se no principal instrumento pedagógico adotado pela maçonaria com o propósito de inculcar entre seus membros os preceitos e as divisas da ordem.

O corpo simbólico maçônico foi alimentado por elementos culturais múltiplos, advindos da cultura grega, egípcia, oriental e, principalmente, judaico-cristã. O mito de origem da ordem, bem como a base do ritual maçônico, gira em torno do personagem bíblico de Hiram, o arquiteto chefe da construção do templo de Salomão. Já os graus simbólicos (aprendiz, companheiro e mestre), os ornamentos e insígnias maçônicas (esquadro, compasso, prumo, malhete, trolha, etc.), aludem à cultura medieval das antigas corporações de construtores[39].

Faz-se necessário ressaltar que os mitos, os símbolos e os ritos não são privilégios do pensamento e das culturas religiosas. Ao contrário, eles correspondem aos ingredientes vitais da civilização humana, permitindo-lhe expressar o desejo quase inato do homem de saber cada vez mais acerca do mundo e de si próprio. Na busca pela compreensão do mundo em sua totalidade, da sua significação e de sua ordenação de forma coerente, o ser humano encontra na simbologia uma forma de falar, ver e sentir dimensões da realidade que são inatingíveis racionalmente e de difícil apreensão de modo direto pela consciência discursiva. Em outras palavras, a linguagem simbólica exprime, em planos diferentes e meios que lhe são próprios, um complexo sistema de afirmações coerentes sobre a realidade última das coisas[40].

Diante dos anseios humanos acima referidos, a maçonaria construiu em torno de sua simbologia e da fábula capital de Hiram, não só um mito de origem que explica e legitima sua instituição, mas, também, uma filosofia própria que tem como escopo dar coerência e propósito à existência do ser humano.

O poder de influência de um mito sobre uma comunidade encontra força na sua infinita repetição, no seu eterno recontar. Desse modo, cada vez que se realiza um ritual maçônico, a lenda de Hiram é rememorada e sua lição moral introjetada. Na narrativa lendária, os maçons encontram o exemplo de fidelidade, de nobreza e de respeito às hierarquias, isto é, os valores e virtudes que todo membro da ordem deve resguardar:

A lenda de Hiram continua a ser uma das pedras simbólicas da franco-maçonaria atual.(…) Tendo cessado para nós a arte operativa (a construção de edifícios materiais) nós, enquanto mações especulativos, simbolizamos o trabalho de um templo espiritual em nossos corações, templo puro e sem mácula (…) Essa espiritualização do templo de Salomão é a primeira das instruções da Franco-maçonaria.[41]

Os mitos, além de estabelecerem modelos de comportamento, possuem a importante função de legitimar instituições, uma vez que constroem uma explicação de suas origens. Relatando algo fabuloso, que se supõe acontecido num passado remoto, o mito estabelece uma relação de continuidade entre este momento fundador, normalmente perfeito, com uma instituição ou sociedade do momento presente. No caso da maçonaria, a legitimidade da instituição é dada por uma narrativa que parte de uma referência bíblica – II livro de Crônicas, capítulo 2 – portanto, sagrada e irrefutável.

Finalmente, é preciso ressaltar que a linguagem simbólica instituída pela maçonaria, o compartilhamento de rituais, mitos e alegorias decodificadas apenas pelos irmãos da ordem, favorece a identificação e a coesão do grupo. A linguagem simbólica aproxima os homens de uma maneira mais eficaz e real do que a linguagem analítica. Para Mircea Eliade, “se existe uma solidariedade total do gênero humano, ela só pode ser sentida e “atuada” no nível das imagens”[42]. Em um raciocínio próximo, Eric Hobsbawm lembra-nos como o compartilhamento de signos, sinais, toques, rituais de iniciação, isto é, de “tradições inventadas” que se dão a partir da continuidade com um passado histórico apropriado, inculcam normas de comportamento e criam sentimentos de identidade coletiva[43].

Frente ao que foi demonstrado até agora, desejamos argumentar acerca da complexidade da natureza maçônica. Se, por um lado, entendemos a maçonaria como um espaço propiciador da liberdade de expressão, das práticas representativas e do culto à razão, valores típicos das sociedades modernas, por outro, encontramos, também, uma instituição com uma refinada cultura ritualística e um apego às tradições, à mística, à hierarquia e aos princípios morais. A maçonaria especulativa é fruto da mistura do pensamento medieval, renascentista e iluminista. Diante disto, percebemos a configuração de uma instituição que reflete em suas estruturas o espírito progressista da época das luzes, ao mesmo tempo em que se mantém carregada de valores e simbologias medievais. Os preceitos maçônicos são, assim, fruto da interação entre o tradicional e o moderno, o racional e o mítico.

Todavia, não acreditamos haver incoerência nesta constituição, ao mesmo tempo moderna e tradicional da maçonaria. Tampouco, seu apego à tradição e a um passado místico, nega ou inviabiliza seu projeto progressista. Inúmeras foram as ideologias modernas e progressistas que se inspiraram nos sublimes tempos do começo ou, em outras palavras, poucas foram as visões do futuro que não se apoiaram em referências do passado[44]. A modernidade também necessita estabelecer com um passado ou com uma determinada tradição, uma relação de continuidade para se legitimar, sendo que, as inovações não se tornam menos novas ao revestirem-se de um caráter de antiguidade. Diante disto, pessoas ou instituições progressistas, tal como a maçonaria, podem, frequentemente, agir de modo tradicionalista, sem cair em contradição.

Cultura e subculturas maçônicas

Uma instituição formada por um corpo sagrado de crenças e, ao mesmo tempo, historicamente remoldável. É assim que definimos a maçonaria, a partir da análise até aqui realizada.

O estudo da formação e da organização da maçonaria pelo mundo revela-nos uma história marcada por abalos, cisões, irrupções e conflitos. Do mesmo modo, a análise dos preceitos que a fundamentam denuncia menos uma essência maçônica professada universalmente, e mais um conjunto de normas e valores passíveis de interpretações e apropriações múltiplas. A maioria dos pesquisadores da maçonaria, todavia, já é unânime em admitir a impossibilidade de se pensar em uma instituição unívoca e coesa. Marco Morel, por exemplo, defende que a maçonaria constitui-se muito mais em uma concepção de organização do que numa entidade monolítica ou portadora de uma visão de mundo específica[45]. Em raciocínio semelhante, José Antonio Ferrer Benimeli, um dos maiores estudiosos da maçonaria na atualidade, fala-nos da dificuldade em definir esta sociedade de maneira precisa, abrangendo-a em toda a sua extensão. Ao destacar os inúmeros desvios, abusos e subdivisões surgidas no interior da instituição, o autor ressalta que “nem sequer se pode falar de uma maçonaria única, dados os seus múltiplos ritos, obediências e fins diametralmente opostos, embora se sirvam de uma terminologia e de uma forma de organização idênticas”[46]. Frente a estas observações, Eliane Colussi conclui ser mais coerente, historicamente, falar em “maçonarias”[47].

No presente texto demonstramos a existência de um fundo teórico comum que orienta e estrutura todos os discursos maçônicos e que se pauta em ideias próximas às do movimento ilustrado, tais como a do progresso, da razão, da universalidade da natureza humana etc. Entretanto, é preciso ter em mente que o uso em comum de um discurso não garante que ele esteja sendo compreendido e instrumentalizado da mesma maneira. Roger Chartier[48], a partir do estudo das práticas de leituras, ajuda-nos a pensar a questão aqui colocada. Segundo ele, não existe um sentido intrínseco, absoluto, único do texto, ou seja, suas ideias não se apresentam como categorias universais de interpretação. Ao contrário, seu sentido é construído historicamente. Embora os autores de um discurso queiram mantê-lo sujeito a um sentido único, a aceitação de uma mensagem opera-se sempre através de desvios e reempregos singulares. Em síntese, “cada leitor, a partir de suas próprias referências, individuais ou sociais, históricas ou existenciais, dá um sentido mais ou menos singular, mais ou menos particular, ao texto de que se apropria”[49].

A liberdade ou o poder que o receptor tem de atribuir sentido a uma ideia que lhe foi lançada mostra-se clara na análise das inúmeras interpretações que as divisas e proposições maçônicas receberam. Conforme explicitado anteriormente, o entendimento acerca do caráter apolítico da ordem ou de sua relação com a religião, por exemplo, ganhou formas diversas a partir do contexto histórico-cultural das maçonarias nacionais. Até mesmo os mitos e símbolos maçônicos foram decodificados de maneiras diferentes, o que não nos causa estranhamento, uma vez que o mito é fundamentalmente polimorfo e ambivalente, estando suscetível às numerosas ressonâncias e significações, por vezes opostas.

A potencialidade de se conferirem sentidos múltiplos aos preceitos maçônicos é ampliada pela natureza vaga e subjetiva de muitos deles, tal como o discurso da moral, da virtude e do progresso. A concepção de progresso, por exemplo, não carrega consigo um sentido único, tendo sido, por isto, apropriada por diferentes agentes discursivos. Embora parta de um mesmo fundamento – a humanidade que, possuidora de uma natureza comum, caminha, linearmente, rumo a níveis mais avançados de desenvolvimento – as teorias progressistas elaboraram diferentes modelos de sociedades utópicas. A cultura socialista, por exemplo, vislumbra, a partir de uma revolução proletária, uma sociedade sem classes. Já os positivistas projetavam para o final do processo evolutivo, uma ditadura republicana. A maçonaria, por sua vez, entrevê para o futuro, uma humanidade unida e aperfeiçoada intelectual, moral e materialmente. Todavia, quando chega a hora de se definir em que consiste este aperfeiçoamento ou este progresso, quais seriam os fins a serem alcançados por eles, bem como o caminho a seguir para atingi-los, não faltam dissensões. Traduzidas para o plano da organização efetiva das sociedades ou da política de um Estado, as divisas maçônicas fundamentaram propostas às mais variadas, quando não, díspares[50].

Isto posto, concluímos que a maçonaria não se configura como uma instituição acabada e passível de definição a partir de um modelo explicativo único. Ao contrário, ela vem assumindo múltiplas feições, em diferentes épocas e lugares, e que vão sendo construídas a partir de infinitos arranjos entre suas divisas e preceitos e as ressignificações a eles impostas pelas necessidades e anseios de determinados contextos históricos.

Após levantarmos a possibilidade de serem realizadas diferentes leituras e instrumentalizações dos preceitos maçônicos, uma incômoda indagação reclama-nos uma resposta: é ainda possível pensarmos na existência de uma cultura maçônica?

Uma Cultura corresponde a um conjunto complexo de linguagens, comportamentos, valores, crenças, representações e tradições partilhadas por um determinado grupo humano e que lhe conferem uma identidade[51]. Frente a tal definição, todavia, é importante guardar o cuidado de não estabelecermos uniformizações exageradas, lembra-nos o autor:

Atribuir a um determinado grupo valores, comportamentos e imaginários comuns muitas vezes pode não corresponder à realidade. As sociedades, principalmente as complexas, normalmente são marcadas por nuanças, particularidades e divisões internas. As estruturas culturais em questão podem não ser partilhadas por toda a coletividade.[52]

Diante do exposto acima, forjou-se o conceito de subcultura para dar conta da complexidade cultural. Deste modo, as formações sociais podem ser compostas de subculturas que partilham de alguns elementos da cultura mater, ao passo que mantém características próprias[53]. Acreditamos que este modelo explicativo aplique-se corretamente à cultura maçônica.

Neste caso, a sua cultura mater fundamenta-se numa estrutura organizacional típica e num corpo simbólico, mítico e ritualístico responsáveis por conferir às várias subculturas maçônicas, isto é, às várias expressões e formatos assumidos pelas lojas maçônicas, um sentimento recíproco de identificação, uma noção de pertencimento a um grupo maior e, por fim, uma diferenciação em relação à cultura e à sociedade profana.

Isto posto, torna-se importante elencar, rapidamente, os elementos que, ao nosso entender, dão consistência à identidade maçônica. Todas as lojas, independente do rito, obediência ou nacionalidade às quais pertençam, compartilham um mesmo passado mítico, isto é, um mesmo marco fundador, percebendo-se como herdeiras da arte e dos valores do emblemático Hiram. Também os símbolos de reconhecimento maçônico são sempre os mesmos, o que permite a uma loja maçônica ser identificada como tal em qualquer lugar do mundo. Do mesmo modo, a terminologia maçônica, os toques e os sinais empregados, dentro e fora das lojas, possibilitam aos obreiros, em qualquer lugar onde estejam, reconhecerem-se em meio aos profanos. Os elementos de identificação maçônicos são tão poderosos que possuem a capacidade de levar pessoas de diferentes nacionalidades, que jamais se encontraram e nem se encontrarão, a sentirem-se possuidoras de vínculos que as fazem iguais e comprometidas umas com as outras. Tais homens, iniciados nos mesmos mistérios e conhecedores dos mesmos segredos, embora não convivam diariamente e tampouco dividam o mesmo espaço físico, compõem uma única comunidade que ganha existência no nível do imaginário. Por fim, cabe ressaltar que o próprio fundamento teórico maçônico atua como elemento unificador, na medida em que diferentes homens, ao propalarem preceitos comuns, mesmo que só em sua forma, consideram-se agentes de uma mesma causa. Os maçons, por exemplo, são unânimes em afirmarem-se como os maiores defensores da liberdade, igualdade e fraternidade, ainda que estas bandeiras, em diferentes contextos, assumam significados diversos.

Cabe destacar que, para a compreensão do que seja uma cultura, mais importante do que se constituir, concretamente, como uma comunidade coesa, homogênea e universal, é a imagem que os indivíduos alimentam da coletividade à qual pertencem. Os maçons, de modo geral, sentem-se efetivamente ligados a um agrupamento de homens que, embora não visíveis no plano do olhar, encontram-se “lá”, conscientes da existência uns dos outros. É este sentimento de identidade, de comunidade e de pertencimento, não explicados apenas pelo plano da razão, mas também da tradição, do costume e do imaginário, que nos permite afirmar a existência de uma cultura maçônica.

Por fim, a constatação da existência de uma cultura maçônica, subdividida em várias subculturas, leva-nos à associação da maçonaria a um longo tecido que, visto por um olhar distanciado, aparenta possuir forma e cor homogênea. Analisado de perto, entretanto, o tecido maçônico revela-nos um entrecruzamento de diferentes matizes que se mantêm unidos por pontos de interseção, que nada mais são do que os elementos constitutivos da identidade maçônica. Deste modo, a cultura mater da maçonaria, corresponde aos liames que impedem o total esgarçamento deste tecido e, consequentemente, o surgimento de instituições completamente distintas.

FINIS

Autora: Françoise Jean de Oliveira Souza

Fonte: Revista de Estudios Históricos de la Masonería Latinoamericana y Caribeña

Para ler a primeira parte do artigo, clique AQUI

Notas

[39] – Paul Naudon, A Maçonaria (São Paulo, Brasil: Difusão Europeia do Livro, 1968).

[40] – Mircea Eliade, Arquétipos e Representações (São Paulo, Brasil: Martins Fontes, 1969), 1

[41] – Naudon.

[42] – Eliade, 13.

[43] – Eric J. Hobsbawn & Terence Ranger, A Invenção das tradições (Rio Janeiro, Brasil: Paz e Terra, 1984).

[44] – Raoul Girardet, Mitos e Mitologias políticas (São Paulo, Brasil: Companhia das letras, 1987).

[45] – Morel.

[46] – José Antonio Ferrer Benimeli, Maçonaria e Igreja Católica (São Paulo, Brasil: Edições Paulinas, 1983), 246

[47] – Colussi, A maçonaria gaúcha no século XIX (Rio Grande do Sul, Brasil: EDIUPF, 1998).

[48] – Roger Chartier, A História Cultual. Entre práticas e Representações (Lisboa, Portugal: Difel, 1990).

[49] – Chartier, Práticas da leitura (São Paulo, Brasil: Estação Liberdade, 1996).

[50] – Para o caso da história maçonaria brasileira ver Morel e Oliveira Souza

[51] – Rodrigo Patto Sá Motta, “A história Política e o conceito de Cultura Política”, Revista de História (Mariana,

[52] – Ibid.

[53] – Ibid.

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, nº 273, jurisdicionada à GLMMG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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