O Homem Lúcido

O Ponto Dentro do Círculo

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Estimado Irmão,

A Maçonaria não se mistura a dogmas de qualquer natureza e nem a situações que possam levar o homem e a sociedade à estagnação. Seus valores são altruístas, sempre objetivando a evolução moral, social e espiritual, não somente de seu obreiro, mas de toda a coletividade que o cerca. Nesse sentido ela se alicerça em princípios e fundamentos que exaltam o amor, a fraternidade, a sinceridade, o respeito ao próximo, a sensatez da palavra e, sobretudo, a verdade.

Contudo, nós Maçons somos parte de uma humanidade que ainda engatinha sob o ponto de vista do respeito a tudo que a cerca. O ser humano, e muitos de nós Maçons, infelizmente é caprichoso e tende a ver no seu semelhante o mal que não consegue enxergar em si mesmo. Por isso julga e transporta para o outro tudo que é próprio de sua forma de ser e agir, ou…

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Caminhos da Liberdade

O Ponto Dentro do Círculo

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A Maçonaria nos tem ensinado que a liberdade é a melhor forma de se estar em paz com a consciência. Não importa o “status” social da pessoa, ou sua condição financeira, ou ainda, a sua ideologia político/partidária. Ensina-nos que a “liberdade” gera o equilíbrio emocional e a mais completa paz de espírito, que permite serem coordenados nossos atos e ações, isentos de sectarismo, de vício e de paixões.

Porém, alerta-nos as grandes dificuldades em sermos livres. Infunde, em nós, a necessidade de um constante policiamento, uma pertinaz perseverança, uma luta permanente contra tudo aquilo que possa nos tornar escravos de algum poder, de alguma ideologia, de qualquer princípio que não seja compatível com a nossa própria vontade. Mostra-nos um caminho reto, sem obstáculos; livre de preconceitos, para que possamos viver em harmonia.

Vê-se, desta forma, o quão difícil é ser livre. Quantos envolvimentos terão de ser descartados para que se possa…

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¿Existe la filosofía masónica?

O Ponto Dentro do Círculo

En general, se entiende como filosofía a la búsqueda intelectual o intelectiva del conocimiento por sí mismo, a través del desarrollo de una concepción personal, que considera una forma de interpretación de la realidad, de la vida, y de los fenómenos cognoscibles por el hombre.

En su sentido vulgar se ha llegado a usar el concepto de filosofía también para referirse a las actitudes y valores básicos, que las personas pueden tener frente a lo cotidiano. El autor del trabajo, en tanto, sugiere en su desarrollo, que el hecho de plantear que no se tiene una filosofía constituye en sí misma una posición filosófica.

Lo señalado demuestra que hay un amplio espacio para definir, comprender y concebir los ámbitos de la filosofía, sus alcances y contenidos.

En Masonería hay diferentes interpretaciones sobre lo que es la filosofía, quizás tantas como miembros de las logias repartidas por la territorialidad y el poder…

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Pavimento Mosaico: uma incursão simbólica pela Cabala medieval

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Por Rodrigo Peñaloza:

Neste ensaio apresento uma interpretação do Pavimento Mosaico como um símbolo cabalístico, procurando, assim, extrapolar a mera interpretação alegórica. Com efeito, a interpretação alegórica não fornece, do meu ponto de vista, a necessária coesão hermenêutica para os Ornamentos da Loja. Entendo por coesão hermenêutica a perspectiva segunda a qual as interpretações simbólicas dos Ornamentos fazem parte do mesmo pano de fundo e uma não tem significado sem a outra. Busco, por isso, neste ensaio, sob a ótica da Cabala medieval, um significado mais profundo para os Ornamentos, em especial para o Pavimento Mosaico.

Em primeiro lugar, na seção 2, procuro identificar em que ponto o pavimento do Templo passou a ser associado a Moisés. Essa discussão é relevante pelo simples fato de que essa conexão não existe nos catecismos ingleses do século XVIII, aparecendo somente nos rituais americanos no século XIX, donde derivaram os nossos. Entretanto, mostro que essa conexão existia antes de 1717 em algumas Antigas Obrigações, particularmente, no MS Dumfries № 4. Em seguida, na seção 3, apresento uma discussão quanto a se o Pavimento Mosaico se refere a Moisés ou, como dizem alguns, às Musas, sendo, neste caso, apenas um pavimento adornado. Defendo a tese de que se refere, de fato, a Moisés, mas os motivos que apresento são diferentes dos existentes, principalmente porque não considero convincentes os argumentos comumente apresentados em seu favor. Na seção 4, enveredo pela necessidade de se extrapolar a visão do Pavimento Mosaico como alegoria da dualidade e passar-se a vê-lo como símbolo de algo mais profundo. Essa extrapolação se faz necessária porque, no nível alegórico, não existe coesão hermenêutica na estrutura interna dos Ornamentos. A busca por uma concepção simbólica do Pavimento Mosaico em particular e dos Ornamentos em geral só tem sentido se ela for capaz de fornecer a coesão hermenêutica ausente da concepção alegórica. Esse caráter simbólico encontrei-o na Cabala medieval. Na seção 5, com o intuito de justificar o uso histórico da Cabala para a elevação do Pavimento Mosaico ao patamar de símbolo, apresento evidências do caráter cabalístico da Maçonaria especulativa pouco antes de seu nascimento oficial e de sua perpetuação até a união das duas Grandes Lojas da Inglaterra. Na seção 6, apresento finalmente os meus pensamentos quanto ao tema proposto. Com base nas concepções cabalistas da Torá, que surgiram na Catalunha e na Provença do século XIII e que passaram para a Cristandade renascentista através de Pico della Mirandola, proponho uma interpretação simbólica do Pavimento Mosaico que dá aos Ornamentos uma significação coesa.

Clique no link abaixo e digite a P∴S∴ de Apr∴ (primeira letra maiúscula) para ter acesso ao texto completo:

https://opontodentrocirculo.com/2015/06/08/pavimento-mosaico-uma-incursao-simbolica-pela-cabala-medieval/

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Platão e o Ritual Maçônico – Capítulo Final (2ª Parte)

O Ponto Dentro do Círculo

Qual era a aparência da Atlântida?

Conforme indicamos anteriormente, ela era um continente-ilha maior em tamanho que a África e a Ásia combinados, situado no Oceano Atlântico logo depois do estreito de Gibraltar. Era uma ilha rica em minerais (particularmente um metal precioso conhecido como oreichalkos – “que agora é apenas um nome para nós … (mas) … na época só tinha menos valor que o ouro”. A ilha em si foi um “Éden auto-sustentável”, plantas aromáticas, pastagens, uma variedade de cereais e madeira era abundante assim como outros habitats para sustentar uma ampla diversidade de vida animal (incluindo elefantes).

A peculiaridade mais evidente sobre a ilha era sua excentricidade visual. Ela era composta por três anéis circulares de terra, dividido por três canais circulares de água, com pontes que ligavam cada anel da ilha ao próximo. Uma muralha interior e outra exterior rodeavam cada anel de terra. Isto significa…

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Sugestão de leitura – janeiro/2020

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Caríssimos,

Já está na página Biblioteca do blog O Ponto Dentro do Círculo a sugestão de leitura do mês de janeiro.

Ver em: https://opontodentrocirculo.com/biblioteca/

“A leitura é uma forma de felicidade que só está ao alcance das mentes mais livres. Aquelas que são capazes de se desvestir de suas preocupações diárias para atravessar a barreia do conhecimento, da paixão, do deleite e adentrar aos mais sublimes mistérios.”

Fraternalmente,

Luiz Marcelo Viegas

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A Circunvolução e a 47ª Proposição de Euclides

O Ponto Dentro do Círculo

O objetivo deste trabalho é dar início a uma exploração abrangente da filosofia subjacente à Maçonaria, investigando algumas nuances de doutrinas que, aos olhos deste autor, estão implícitas na Maçonaria, e oferecendoexplicações para alguns símbolos e cerimônias maçônicos. A questão específica a ser explorada neste trabalho é: qual é a relação entre a prática da circunvolução e a 47º proposição de Euclides?

Circunvolução é a prática de “… circular em torno de uma coisa ou de uma área de reverência …”[1]. Na Maçonaria, circunvolução envolve a realização de um circuito em torno da Loja, mantendo a mão direita em direção ao altar. O Monitor oficial da Grande Loja do Texas dispõe que “durante a circulação no recinto da Loja, os cantos devem ser esquadrinhados conforme a antiga tradição da “quadratura do alojamento”. Além disso, o Monitor prevê que o neófito durante a iniciação deve ir até o canto nordeste da…

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A Origem da Maçonaria

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Na elaboração do presente estudo pretendemos, nos limites da história, demonstrar a influência da Maçonaria operativa em seus aspectos de natureza filosófica, moral e cultural em diversas sociedades. Colocando esta ordem em seu verdadeiro papel quanto à participação em fatos históricos, estabelecendo uma conexão mais precisa, consultamos obras de vários autores que se debruçaram sobre o tema de forma mais concreta. Desde a formação das corporações de ofício com o envolvimento dos obreiros na construção de monumentos civis e religiosos, em todo o processo de transformação da pedra bruta em arte numa conotação espiritual, mas também no aprimoramento das vivências, quer no plano individual, quer no âmbito comunitário, a Maçonaria deixou marcas significativas de sua presença. Com a diminuição das grandes construções decorrentes das várias catástrofes que assolaram a Europa, citando como exemplo a peste negra e as guerras religiosas, afetando a economia, com implicações diretas sobre esses trabalhadores que…

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A Estrutura da Alma – Para entender o porquê de símbolos e mitos

O Ponto Dentro do Círculo

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Nossa Ordem é rica em mitos e símbolos. Sempre me perguntei se não é um arcaísmo mantermos essa metodologia e se não nos bastaria “ensinar” por métodos mais modernos, tipo PowerPoint, Apostilas, E-mails, etc. Eu mesmo me valho muito de textos para complementar o aprendizado, mas sempre com a função de traduzir racionalmente certos conhecimentos que me chegam velados por alegorias, símbolos e mitos.

Em Estrutura da Alma, do conhecido Carl G. Yung, analista profundo da psique humana, encontrei a resposta para aquela indagação. As lendas, símbolos e mitos “falam” profundamente a nós através de nossa “consciência coletiva”, pois somos parte da humanidade e essas estruturas arquetípicas estão profundamente arraigadas em nós. Por isso em muitos momentos os ensinamentos da Tradição – seja através da Cabala, do Misticismo Sufi ou Cristão, da Teosofia ou outro veículo – geralmente nos falam mais ao coração do que à mente, mais ao sentimento…

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O Mito de Tântalo

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Vanitas vanitatum et omnia vanitas – (Vaidade das vaidades, tudo é vaidade). Quem mais legou textos sobre a vaidade foi Eclesiastes (“O Pregador”). Presume-se que tenham sido escritos (originalmente em hebraico ou aramaico) pelo Rei Salomão.

Não é de hoje que o homem aspira a mais perfeita e elevada purificação. Como outrora, religiosos ferrenhamente devotados empreendem uma luta interior buscando alcançar o Olimpo, atingir o nirvana ou vivenciar o paraíso na terra.

O mito grego do rei Tântalo desvela a ambição de um mortal que, não satisfeito em ser notoriamente o “predileto dos deuses”, almeja transmutar-se num “deus” propriamente, incorrendo num erro brutal.

Apontando a hýbris (desmedida) em Tântalo, na obra intitulada “O Simbolismo na Mitologia Grega”, o renomado estudioso francês Paul Diel, afirma que: “Afoito por sua conquista e esquecido de sua condição mortal e seus limites, Tântalo chega a se exaltar com tal intensidade que lhe sobrevém a tentação de querer…

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